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Penso, logo duvido.

Crítica

Quem é o autor do filme? – Fernando da Mota Lima

Postado por em out 21, 2016 em Crítica | 2 comentários

Quem é o autor do filme? – Fernando da Mota Lima

Além de romancista de grande renome, Gore Vidal é um notável e provocativo ensaísta. Seu gosto pelo ensaio polêmico ou pelo jornalismo de opinião concentrou-se notadamente na crítica ao sistema político…

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Clara e os direitos urbanos – Sérgio C. Buarque

Postado por em out 21, 2016 em Artigos, Crítica | 8 comentários

Clara e os direitos urbanos – Sérgio C. Buarque

A maioria dos críticos de cinema, não só no Brasil, considera o filme “Aquarius” de Kleber Mendonça Filho uma obra prima. Opinião compartilhada por Teresa Sales em artigo recente publicado na Revista…

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Aquarius – Teresa Sales

Postado por em out 14, 2016 em Crítica | 2 comentários

Aquarius – Teresa Sales

Entro na sala de cinema, no primeiro dia de sua exibição, com quase nenhuma informação sobre o enredo do filme.

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Poeta na Paraíba! – Clemente Rosas

Postado por em ago 21, 2015 em Crítica | 1 comentário

Poeta na Paraíba! – Clemente Rosas

Romancista ao Norte! Foi com tal anúncio que, em 1927, Alceu Amoroso Lima, o Tristão de Athayde, em artigo publicado na imprensa do Rio, chamou a atenção para o então obscuro José Américo de Almeida…

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Samba – a Paris dos Imigrantes – Teresa Sales

Postado por em jul 31, 2015 em Crítica | 1 comentário

Samba – a Paris dos Imigrantes – Teresa Sales

“O meu nome é da bíblia”. “E o meu é da dança”. Assim se apresentam na prisão francesa Jonas e Samba, ambos imigrantes africanos trabalhando indocumentados em Paris. Em torno do personagem…

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O Fantástico homem da areia – Ester Aguiar de Sousa

Postado por em jun 5, 2015 em Crítica | 3 comentários

O Fantástico homem da areia – Ester Aguiar de Sousa

Ernest Theodor Amadeus Hoffmann foi um intelectual alemão de grande reconhecimento, tendo desenvolvido atividades como jurista, compositor e escritor.

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EXPRESSO BRASÍLIA: Uma história pouco conhecida da nossa Babilônia – Luciano Oliveira

Postado por em maio 28, 2015 em Crítica | 4 comentários

EXPRESSO BRASÍLIA: Uma história pouco conhecida da nossa Babilônia – Luciano Oliveira

Luciano Oliveira Nunca me esqueci dos três nomes mágicos que enfiei na cabeça para fazer uma prova de história, quando era menino: Quéops, Quéfren e Miquerinos. As três grandes pirâmides do Egito. Nunca me esquecerei também do épico Os 10 Mandamentos, de Cecil B. de Mille (assistido pela primeira vez por essa época), onde escravos judeus construíam um daqueles monumentos vergados sob o peso das pedras e das chicotadas dos feitores. Num determinado momento, uma velhinha que passa graxa nos trilhos de remoção dos imensos “tijolos” fica presa entre um enorme bloco de pedra e um buraco onde ele deve se encaixar. Salvá-la significaria atrasar os trabalhos. O feitor não hesita e manda os escravos continuarem a puxar a gigantesca pedra. A velhinha será esmagada. E daí? É mais uma entre os milhares de trabalhadores substituíveis. Aí chega Charlton Heston, fantasiado de príncipe do Egito – ou seja: Moisés! (Que, na verdade, saberemos depois, é o filho da velhinha…) E a velhinha é salva. Graças a um desses milagres produzidos por Hollywood, ainda viverá bastante para entrar na Terra Prometida. Onde Rui, vulgo “Ceará”, não entrou. Mas quem é Rui? Corte de alguns milhares de anos! Exatos 1958 anos depois de Cristo. No interior do Ceará, Rui, aos 16 anos de idade, foge de casa e pega um pau-de-arara rumo ao Planalto Central do Brasil, onde se constrói a nova capital do país. Vai ser candango. Sua história está relatada no livro do jornalista Edson Beú, Expresso Brasília: a história contada pelos candangos (Brasília, Editora Universidade de Brasília, 2012). Rui aparece no meio dessas lembranças de infância porque um de seus relatos me remeteu à construção das pirâmides no filme de Cecil B. de Mille: a morte de operários enterrados vivos junto com o concreto vertido nos poços que haviam cavado – “aqueles que realizavam a perigosa tarefa de retirar a sobra de terra acumulada na base das fundações, antes do início da concretagem.” Nenhum desígnio maldoso por trás dessas mortes. Simplesmente a pressa. Os trabalhos tinham prazo para acabar: 21 de abril de 1960. Iniciado apenas três anos antes, o impressionante canteiro de obras funcionava a todo vapor. Nessas condições, todo cuidado, ao contrário do que diz a expressão, era muito. Para enfrentar o desafio, o governo do pragmático Juscelino Kubitschek fazia vistas grossas à legislação trabalhista. Brasília estava numa espécie de limbo jurídico, e a segurança do trabalho era letra morta. Trabalhava-se sem cintos, luvas ou capacetes. Um dos testes utilizados na hora da contratação era fazer o candidato andar em cima de uma viga de “uns 15 centimetrozinhos” de largura, a uns dez metros do solo. “Se o sujeito passasse nela, passava no teste.” E as mortes eram comuns. Um amigo de Rui havia desaparecido no canteiro de obras “depois de ficar três dias seguidos fazendo hora extra”. As fundações dos dois edifícios verticais do Congresso Nacional chegaram a uns 40 metros de profundidade. E, no meio do barulho e da poeira, nem sempre os encarregados da obra se preocupavam em verificar se todos os operários que trabalhavam lá embaixo haviam saído antes de as betoneiras derramarem no poço a mistura de cimento e brita. Talvez o anônimo amigo de Rui lá esteja soterrado para sempre, destino de que escapou a sortuda mãe de Moisés. A...

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Vozes da estrada: de Ibn Battuta a Zé Cláudio – Fernando Dourado

Postado por em maio 14, 2015 em Crítica | 3 comentários

Vozes da estrada: de Ibn Battuta a Zé Cláudio – Fernando Dourado

SE A ESTRADA NEM SEMPRE ANIMA, FATO É QUE LIVROS DE VIAGEM PODEM SER DIVERTIDOS.

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O Liberal Vargas Llosa – Fernando da Mota Lima

Postado por em abr 30, 2015 em Crítica | 10 comentários

O Liberal Vargas Llosa – Fernando da Mota Lima

Sabres e Utopias, recente coletânea de artigos e ensaios de Mario Vargas Llosa, reúne em mais de 400 páginas substanciosa e variada amostragem da sua obra de intelectual…

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Caetano versus Chico – Fernando da Mota Lima

Postado por em abr 17, 2015 em Crítica | 2 comentários

Caetano versus Chico – Fernando da Mota Lima

Em muitos sentidos, este artigo é um desdobramento de um outro, intitulado Chico Buarque e o Tropicalismo, recentemente publicado nesta revista.

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