Pages Navigation Menu

Penso, logo duvido.

Ditaduras – Sérgio C. Buarque

O golpe de 1964, há exatos 50 anos atrás, não implantou no Brasil uma ditadura mas uma sucessão de ditaduras com características diferenciadas no grau e intensidade de autoritarismo.

Leia Mais

Sob o signo da paixão – Teresa Sales

Com as Comissões da Verdade, o Brasil começa a conhecer mais a tragédia dos sobreviventes através de seus depoimentos, indispensáveis para a história de nosso povo.

Leia Mais

As diferentes fases da Oposição à Ditadura Brasileira: Acertos e Desacertos – José Arlindo Soares

O presente artigo procura explicar por que, ao optar pela luta armada ou por uma alternativa insurreicionista para combater …

Leia Mais

Jogando com as estatais – Editorial

As empresas estatais exerceram um papel central na formação da economia brasileira, com investimentos pesados em segmentos estratégicos de lenta maturação e retorno relativamente baixo. Assim, a partir da década de 1950 e, principalmente nos anos 70, as estatais passaram a ocupar parcela importante da economia brasileira, no petróleo, na energia, na telefonia, e na mineração. As condições do Brasil mudaram radicalmente e o espaço para empresas estatais e privadas se redesenham e complementam. Ocorre, contudo, que o lado positivo das estatais na formação da economia se mistura cada vez mais com um componente perverso de uso político-partidário e a manipulação para interesses de politica econômica, empreguismo, favores e compra de apoio político. Quantos votos no Congresso valem uma diretoria da Petrobrás ou a presidência de Itaipu? Pergunta ao PMDB ou ao PP. O governo vem usando e abusando...

Leia Mais

O político, o homem e a razão cética – João Rego

Ao meu amigo David Hulak que teve parentes
incinerados nos fornos crematórios, durante o holocausto.

Leia Mais

O Último Humanista – Fernando da Mota Lima

Fui mordido por um cachorro quando tinha três anos de idade. É uma das mais remotas e traumáticas memórias de minha vida.

Leia Mais

Isso é pobreza! – Editorial

Estudo divulgado esta semana pelo Instituto Trata Brasil mostra o nosso país numa incômoda posição no Índice de Desenvolvimento do Saneamento, que mede a cobertura de saneamento e a sua evolução recente: somos o 112º numa lista de 200 países estudados, com índice de apenas 0,581 (escala de zero a um). Para se ter uma ideia, nosso vizinho Argentina tem um índice de 0,667, muito acima do nosso, e países pobres como Honduras e Paraguai têm situação  melhor que a brasileira. Nas cem maiores cidades brasileiras, 6 milhões de residências ainda não têm acesso à água, 7 milhões não tem acesso a banheiro e cerca de 61,5%  não têm tratamento de esgoto. Isso é pobreza! Pobreza que se manifesta nas condições degradantes de vida de grande parte da população nas cidades brasileiras. Como o esgotamento sanitário é mais caro...

Leia Mais

O golpe militar de 64: da ditadura à abertura – João Rego

Não se pode compreender o Sistema Partidário Brasileiro (SPB) no período de 1982 a 1990, que funda a atual democracia no Brasil, sem situá-lo no contexto da fase final do regime autoritário de 1964.

Leia Mais

Adiando crises – Editorial

No final de 2012, o governo da presidente Dilma Roussef, que parece gostar de viver perigosamente, provocou uma antecipação da renovação dos contratos de concessão do setor elétrico para reduzir as tarifas de energia. De uma só tacada, descapitalizou as empresas de geração e transmissão, comprometendo a sua capacidade de investimento, e estimulou o aumento do consumo. Resultado: enquanto a oferta fica estagnada (a manutenção também), a demanda explode. Na mais elementar regra da economia, esta relação leva à escassez do produto ou ao aumento dos preços. Numa mescla de populismo e medo de um repique da inflação, que poderia atrapalhar a sua reeleição, o governo criou as condições para a crise de energia que estamos vivendo agora; São Pedro passou para oposição e reduziu as chuvas levando à baixa dos reservatórios hidrelétricos, responsáveis por cerca de 80% da...

Leia Mais

A marcha da insensatez – Editorial

A Venezuela experimenta uma grave crise econômica que se mistura e alimenta a instabilidade politica. Governo e oposição radicalizam o discurso, afastando o bom senso e inviabilizando o entendimento e a negociação para lidar com desorganização da economia, numa marcha da insensatez. Com inflação de 56% ao ano (mais alta taxa do planeta), desabastecimento, mercado negro, e insolvência externa, cresce a insatisfação da população, reforçando a oposição e exigindo medidas drásticas do governo na gestão macroeconômica. As manifestações de rua de chavistas e opositores mostram uma cisão profunda na sociedade venezuelana que não pode ser ignorada ou escondida com os velhos chavões e acusações ao imperialismo e à “direita fascista”. O enfrentamento da crise econômica na Venezuela pode exigir medidas e decisões contrárias ao bolivarianismo, abandonando o controle burocrático e ineficaz de preços, reestruturando os gastos públicos para conter...

Leia Mais

Produto de exportação cubano – Sérgio C. Buarque

Cuba está exportando médicos, serviço qualificado prestado pelos profissionais de saúde cubanos.

Leia Mais