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Penso, logo duvido.

Livre Pensar – Pensando sério, mais ou menos.

Ouvi que um pai, dia desses, foi buscar o seu filho de 16 anos numa das manifestações contra alguma coisa. Tirou-lhe a máscara. Argumentaram entre si, mas valeu o pátrio poder.

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A TV Trancham e o pai – João Rego

Meu pai não era muito chegado a investir em geringonças tecnológicas e a TV, para ele, era uma delas. Assim, este moderno equipamento veio chegar na nossa casa algum tempo depois que muitas

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Sucesso e surpresas da Copa – Editorial

“Copa das copas” é um exagero ufanista da Presidente. Mas, até o momento, a Copa no Brasil tem sido um inquestionável sucesso. Eventuais falhas na logística não comprometeram em nada o funcionamento perfeito dos jogos, a presença em massa da torcida enchendo os estádios e a movimentação de visitantes de todos os países, especialmente nossos vizinhos da América Latina. As manifestações contra a Copa sumiram e os brasileiros vestiram a camisa com entusiasmo, mesmo que a seleção ainda não tenha encantado, excetuando o brilhantismo de Neymar. O que esta copa tem de mais peculiar são grandes surpresas, inesperados resultados no “peneirão” que define as 16 seleções que passam para as oitavas de final. A eliminação de algumas das seleções europeias mais credenciadas – Espanha, Inglaterra, Itália e Portugal – parece mostrar uma tendência de equilíbrio crescente no nível e...

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A melancolia para se sentir – Teresa Sales

Dia chuvoso, friozinho, final de feriadão (que juntou duas importantes festas: de todos os brasileiros – jogo do Brasil na Copa do Mundo; e dos nordestinos – festa de São João)…

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Livre pensar – David Hulak

Alvejante cara de pau/ Nordeste velho de guerra/ Semiárido 1/ Semiárido 2/ Conservador. Podem esculhambar.

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Relendo Michel Foucault trinta anos depois de sua morte – Luciano Oliveira

Nascido em 15 de outubro de 1926 e morto prematuramente em 25 de junho de 1984 (antes de completar 58 anos, portanto), o desaparecimento de Michel Foucault…

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Duas constatações e uma dúvida – Editorial

Primeira constatação: o sistema representativo da democracia brasileira vive uma grave crise com o Congresso totalmente descolado da sociedade, dos problemas e dos desafios do Brasil, deputados e senadores ensimesmados nos seus interesses privados. Segunda constatação: a revolução na tecnologia de informação e comunicação criou um espaço amplo e rápido de manifestação direta da visão de mundo e dos interesses do cidadão e dos diferentes grupos da sociedade, as redes sociais funcionando como meios de participação e pressão política. Estas duas constatações abrem uma reflexão sobre novas formas de representação e participação na democracia brasileira. A dúvida: o que fazer para fortalecer a democracia no Brasil? Democracia direta, cada cidadão e organização com seu smartphone opinando e votando? Não, não é viável nem operacional nas escalas e na complexidade da sociedade moderna e dos problemas e escolhas políticas. O...

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Qual elite, companheiro? – Sérgio C. Buarque

Sempre que se aproximam as eleições, o PT-Partido dos Trabalhadores, liderado pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, retoma o discurso da luta de classes se apresentando como o representante do povo…

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Rua 13 de Maio, Caruaru – O Circo Dublin – João Rego

O espaço onde aconteciam os espetáculos era um velho curral, por trás da Casa Grande, (Rua 13 de Maio, 90); o camarim, era uma pequena …

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A globalização do futebol – Editorial

O futebol tornou-se uma atividade esportivo-cultural altamente globalizada. Esta globalização crescente se manifesta na abrangência do interesse e das emoções que desperta (mais de dois bilhões de pessoas vão assistir aos jogos) e pelo volume de negócios que mobiliza em todo mundo (bilhões de dólares só em transmissão e publicidade). Mas a globalização é mais evidente na enorme mistura de nacionalidades e culturas nas grandes equipes e nas diversas seleções que participam agora da Copa do Mundo. Nesta elite do futebol mundial, a maioria dos atletas joga em times da Europa, vários dos jogadores dividem ou já dividiram posições e disputaram torneios nas mesmas equipes, especialmente os latino-americanos (destaque para os brasileiros). A intensa globalização na elite do futebol cria uma mistura cultural que tende a eliminar a diferenciação de estilos que reflete as características culturais de latinos e...

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O grito que mudou a história – Sérgio C. Buarque

Chute forte à direita. Bola rola rasteira pelo campo buscando o canto esquerdo do travessão. O goleiro pula esquio e certo, mas um pouco tarde e a bola avança a alta velocidade.

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Livre Pensar no disse me disse – David Hulak

Vai ter Petrobrás?

Dizem que o velho Marx escreveu: “a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.”

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Governo e empresários na construção da cidade – Sérgio C. Buarque

Os urbanistas e o movimento #OcupaEstelita conseguiram uma grande vitória com a decisão do Prefeito de suspender a autorização para implantação do Projeto Novo Recife no Cais José Estelita..

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Vamos torcer?! – Editorial

Copa de 70, no auge da ditadura militar, o Brasil em peso torceu com fervor pela seleção brasileira no meio de um raro sentimento nacionalista no país, alimentado pelo acelerado crescimento do chamado “milagre brasileiro”, devidamente explorado pelo governo repressivo do General Emílio Garrastazu Médici. Ainda hoje se canta o “Pra frente Brasil” dos noventa milhões em ação. A esquerda (presa, exilada ou clandestina) decidiu torcer contra o Brasil para não favorecer a ditadura e a alienação dos brasileiros com aquele “ópio do povo”. Esta intenção politica racional (com alguma carga emotiva de ódio à ditadura) não resistiu aos primeiros lances da bola rolando nos pés daquele time inspirado e brilhante de Pelé, Gerson e Tostão. Todo mundo gritou e pulou (nas prisões, na clandestinidade e no exílio), em cada lance e se emocionou com Carlos Alberto Torres levantando...

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