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Penso, logo duvido.

O show já terminou… E Amarildo? – Luciano Oliveira

Como diria Roberto Carlos, “o show já terminou”. O show, óbvio, foi a Copa do Mundo, que terminou para nós brasileiros no dia memorável daqueles 7 gols que recebemos dos “alemães e seus canhões”…

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TAXI DRIVER da Boa Vista: lição de sociologia urbana? – Sônia Marques

O deslocamento de um vaso sanitário deu origem à obra de arte talvez mais polêmica do século XX…

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Livre Pensar – David Hulak

Tem efemérides destinadas apenas para o gáudio, para aumentar o faturamento dos meios de comunicação de massa – a popular mídia – e outras para matutar.

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Lascívia – Teresa Sales

Este é o primeiro parágrafo do controvertido livro de Wladimir Nabokov. Não está escrito assim como, de propósito, o fiz acima. Se o leitor ler alto e compassado, sentirá toda a lascívia contida nessa simples frase. Eu diria que é o tema principal do livro.

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A boa e a má preguiça – Editorial

Bem antes de Domenico de Masi com o seu ócio criativo, nosso mais brilhante e criativo escritor, Ariano Suassuna, fez o belo elogio da preguiça através do ócio criador do poeta Simão na “Farsa da boa preguiça”, peça carregada de sabedoria e humor publicada em 1960.  “Há um ócio criador/ há um ócio danado/ há uma preguiça com asas/ outra com chifres e rabo/ há uma preguiça de Deus/ e outra preguiça do Diabo”. Confrontando assim a boa a e má preguiça, Ariano faz uma aguda crítica social, desconstrói o conceito do trabalho que dignifica o homem e denuncia o ócio compulsório do desemprego. “Atualmente – diz ele na Farsa da boa preguiça – a nossa situação é esta: de um lado, uma minoria privilegiada, com direito ao ócio, quase sempre mal aproveitado, danoso e danado; do outro, o Povo,...

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O botequim de João Ubaldo – Fernando da Mota Lima

Esta crônica, com algumas velas de obituário, é culpa de João Rego. Logo, já começo solicitando ao leitor certa compaixão crítica que não precisa ser estendida a João, xará do que morreu, pois as besteiras …

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Eleições tensas. Futuro sombrio? – Elimar Pinheiro do Nascimento

Nas sociedades desenvolvidas (ou em claro movimento neste sentido, como o Brasil) o leque político-partidário caminha para o centro, o que reduz a força dos extremos e torna …

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O BRICS e a multipolaridade – Editorial

O BRICS surge (sem o S de South Afrika) como uma segmentação analítica dos países de grande porte (área, população e economia) que não fazem parte das nações desenvolvidas mas apresentam grande potencial de crescimento. O conceito foi formulado por Jim O’Neillem um estudo de 2001, que identifica o grupo de países emergentes com grande potencial de crescimento que mudaria a estrutura da economia mundial. Na simulação do autor, até 2050 a China seria a maior economia do planeta (à frente dos Estados Unidos) e a Índia a terceira maior, ficando o Brasil na quinta posição à frente da Rússia. De um conceito, o BRICS torna-se agora uma instituição global com a reunião de chefes de Estados dos cinco países, a criação de um Banco de Investimentos e uma Reserva de Contingência. Embora sejam países muito diferentes, inclusive no...

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Paralelas – Sérgio C. Buarque

Na medida em que o lápis corria sobre o papel branco, Ela se observava em formação, admirando o movimento mágico e criativo que lhe dava forma e vida. Concluído o movimento, Ela se olhou, linda e esguia, longilínea e elegante…

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Livre Pensar – 16 de julho de 2014. – David Hulak

Elio Gaspari conta a história de um cavalheiro teutônico, da Luftwaffe, que na Segunda Guerra – aquela antes da Coreia e do Vietnam – escoltou até a costa da Inglaterra…

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O jogo agora é outro – Editorial

A Copa do Mundo acaba neste final de semana (para o Brasil já terminou de forma melancólica) e começa outro grande espetáculo: a campanha eleitoral. Este espetáculo, no entanto, longe de unificar a nação, como nos jogos da seleção brasileira, divide o Brasil numa disputa acirrada pelo voto dos brasileiros. A campanha dificilmente mostrará as diferenças de concepção e propostas de governo, na medida em que todos os candidatos são levados a dizer o que a maioria da população gostaria de escutar e os marqueteiros (com pesquisa na mão) se encarregam de empacotar, embelezar e florear. Assim, escondem as divergências de fundo e brigam no terreno publicitário, despertando as fantasias e ilusões da população. Esse é o espetáculo de imagens e mecanismos de sedução publicitária. E, no entanto, existe sim uma grande diferença entre os candidatos a presidente da...

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A Arrogância do Futebol Brasileiro – Fernando da Mota Lima

Alguém teve acaso a curiosidade de ler as frases escritas na fachada dos ônibus das seleções participantes da Copa do Mundo? O que atraiu minha curiosidade foi ver hoje…

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A pedra – João Rego

Quando criança em Caruaru, aos meus sete anos, lembro-me de um personagem muito marcante no cenário da minha vida. Era Chico, um negro jovem, alto e muito forte.

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O presidente acidental – Clemente Rosas

Segui o conselho do amigo David Hulak e li o livro de Fernando Henrique Cardoso, “O Improvável Presidente do Brasil”. Na verdade, um depoimento prestado ao jornalista…

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Inflação, nunca mais! – Editorial

Há 20 anos, no dia primeiro de julho de 1994, o Plano Real estancou a hemorragia inflacionária no Brasil. Com um recurso técnico competente e criativo apoiado numa ousada condução política, o plano quebrou o sistema de indexação de preços que funcionava na economia como um mecanismo de defesa e, ao mesmo tempo, realimentação do ciclo inflacionário. A inflação anual de 1993 havia atingido 2.477%. As pessoas com rendas grandes e médias, tendo depósito em bancos, protegiam-se da corrosão inflacionária com a atualização diária baseado nos índices de preços. Os assalariados de baixa renda, contudo, sem poupança ou depósito bancário, não tinham como se defender e perdiam rapidamente o valor dos salários. Sem calote ou tabelamento artificial de preços, sem mágicas, o Plano Real combinou um ajuste fiscal e uma política monetária restritiva com a âncora cambial com o...

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Livre Pensar.

David Hulak – 4 de julho de 2014. Chocante! Não há antônimo prá sádico. *** “De que nos vale uma vida mais longa se ela for penosa, pobre em alegrias e tão plena de dores, que só poderemos saudar a morte como uma redenção”.  Isto foi atribuído ao velho Freud numa revista que li. Võte! *** Se quem escala é o Técnico e quem decide é o Referee de que adianta horas de papo furado na chamada mídia e nos botequins? *** Se: A – O problema é carro demais nas ruas e falta de vagas de estacionamento, B –  Se os malditos capitalistas vão continuar com sede de lucros por cima de paus e pedras, C –  Se o consumo das famílias está no SPC, faltam escolas e hospitais e conseguir o tal superávit primário exige tanto malabarismo como a...

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Diário de bordo – Teresa Sales

Partimos de Civitavecchia, província de Roma, às cinco da tarde, a pleno sol no verão de lá. Marinheira de primeira viagem (de navio e também em grupo organizado), eu só conhecia esse tipo de Cruzeiro à distância ou nos filmes.

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As Violações Ignoradas – Cristovam Buarque

Brasil se orgulha de respeitar os direitos humanos, porque proíbe tortura. Mas tolera o analfabetismo de adultos, violência tão ignorada que o assunto não é referido no Programa Nacional de Direitos Humanos…

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