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Penso, logo duvido.

Marina: Vale a Pena Tentar de Novo – Elimar Nascimento

 Elimar Nascimento Sergio Buarque escreveu, como sempre, um belo artigo na semana passada refletindo sobre os limites da candidatura de Marina Silva. Não vou entrar nas comparações que o articulista fez entre Marina e Eduardo Campos. Não ganhamos nada com isso. Concordo com a tese central: Eduardo e Marina faziam uma dupla complementar e sólida para dirigir o Brasil. Não concordo plenamente com a segunda tese: Marina não tem condições ou tem muitos limites, pessoais e políticos, para governar. Concordaria com outra tese, naturalmente decorrente da primeira: sozinha Marina tem menos condições. Mas se esta fosse a segunda tese não haveria porque discutir. Talvez a segunda tese do Sergio não esteja expressa com tanta força como a interpreto, mas as críticas são tantas que é difícil uma conclusão distinta. O artigo do Sergio Buarque me levou a pensar no...

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Eleições Presidenciais: Mudança ou Continuidade? – José Arlindo Soares

Uma análise do comportamento do eleitorado nas eleições presidenciais no Brasil após a redemocratização sugere uma oscilação no perfil…

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Intolerância e fanatismo – Editorial

A violência que explode em várias partes do mundo – do conflito racial nos Estados Unidos à guerra no Oriente Médio – tem causas e características diferentes. Mas evidenciam o mesmo fenômeno: intolerância e fanatismo. No país liderado por um presidente negro e numa cidade com esmagadora maioria de afro americanos (67% da população), o racismo e a intolerância racial continuam latentes, a julgar pelo assassinato do jovem Michael Brown: seis tiros disparados por um policial branco sobre o garoto de 18 anos desarmado e indefeso. A intolerância e o ódio histórico entre judeus e muçulmanos presidem a guerra entre Israel e o Hamas, ambos apostando na destruição do outro. As negociações e o cessar-fogo reabrem as esperanças, mas cada batalha aumenta o ressentimento e o ódio que tendem a adiar acordos robustos que levem a paz para a...

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Viagem com Dante Alighieri – Teresa Sales

Grandes livros são frequentemente narrativas de viagens. A volta de Odisseu a Ítaca em Homero, a viagem de Dante Alighieri ao mundo dos mortos.

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E agora, Brasil? – Sérgio C. Buarque

Artigo publicado logo após o acordo entre Eduardo Campos e Marina Silva, no ano passado, dizia que a diferença entre os dois (PSB e Rede) poderia dificultar a aliança mas, dando certo, levaria à construção de uma síntese programática …

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50 anos esta noite – Clemente Rosas

O livro de José Serra vem somar-se aos de Aldo Arantes (Alma em Fogo) e Fernando Henrique Cardoso (O Improvável Presidente do Brasil), que já tive a oportunidade de comentar nesta revista eletrônica, contribuindo para…

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Sombra na escuridão – Sérgio C. Buarque

A luz do dia ia declinando no final da tarde, os últimos raios furando os espaços entre galhos e folhas das árvores, e Lilly continuava parada no banco da praça…

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Conversa fiada – Editorial

A comoção geral com a morte trágica de Eduardo Campos ainda estava presente na população brasileira e, principalmente, pernambucana, quando o blogueiro Paulo Henrique Amorim agredia o sentimento popular no seu blog “Conversa Afiada”: “Há 60 anos do suicídio de Vargas – escreveu – o conservadorismo reedita em farsa a tragédia. Ensaia um simulacro de catarse nacional varguista em torno da morte de Campos. Só uma grosseira remodelagem da história poderá atribuir a Eduardo Campo ou a seu avatar feminino idêntica importância histórica”. Para o blogueiro, a comovente e dolorosa manifestação da população e de autoridades políticas do Brasil foi fabricada pela mídia direitista, entenda-se por direitista toda opinião contrária à sua visão de mundo e dos seus protegidos. Tudo não passou de uma farsa, segundo o blogueiro grosseiro e indelicado com os que pensam diferente e pegajoso na...

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Livre Pensar – David Hulak

Todo detalhe já é pequeno por sua própria natureza…

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Vazio político – Editorial

Eduardo Campos não era apenas mais um candidato a presidente da República. Ele era a única novidade no quadro político nacional dominado pela velha e radical polarização entre PT e PSDB. Bastava isso para afirmar que sua morte deixa um enorme vazio na política brasileira e que deve se manifestar na campanha eleitoral. Mais ainda quando se trata de governar o Brasil nos próximos anos. Tudo indica que estes serão tempos muito difíceis e que vão exigir medidas duras na gestão macroeconômica e na orientação microeconômica, para recuperar os fundamentos e melhorar o ambiente de negócios. O Brasil demanda também reformas estruturais que elevem a competitividade e a produtividade da economia brasileira indispensáveis para a retomada do crescimento econômico. Estes enormes desafios numa economia desorganizada e numa sociedade carente de serviços públicos de qualidade exigem qualidades diferenciadas do futuro...

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Uma tragédia humana e política.

A morte de Eduardo Campos é uma tragédia humana e política. O Brasil perde um dos mais brilhantes e competentes políticos da sua geração. E Pernambuco perde sua principal liderança e um governador que deixou marcas fortes na política e na gestão pública. O Brasil perde este jovem político em um momento crucial da história política brasileira tão carente de homens públicos com capacidade de negociação e de gestão e com visão estratégica e de Estado. A morte de um líder político, ainda jovem, envolve a todos com um sentimento de perplexidade, tristeza e, para muitos, de desemparo. Ex-Secretário de Estado, Ex-Ministro, Ex-Deputado Federal e Ex-Governador de Pernambuco por duas vezes, Eduardo representava uma nova vertente de liderança política que ensaiava seu primeiro desafio a nível nacional, disputando a presidência da república, agora em 2014. Apesar de compreendermos que...

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A Vazante – fragmentos – João Rego

Acordo no meio da noite e, desobedecendo a orientação da minha nutricionista, preparo um copo de leite com Nescau. Começo a sorvê-lo lenta e deliciosamente com um prazer infantil…

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Reestruturação do futebol brasileiro – Sérgio C. Buarque

O futebol é uma atividade lúdica e criativa que desperta emoção e catarse coletiva, da mesma forma que qualquer outro esporte ou mesmo as diferentes manifestações culturais, como teatro, cinema, concerto.

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A economia brasileira à deriva – Editorial

A economia brasileira convive atualmente com a combinação explosiva de um crescimento muito baixo e uma forte pressão inflacionária. Estagflação é o nome do monstro, o pior dos mundos. Não apenas porque ambos os movimentos são nefastos econômica e socialmente e juntos um desmantelo. Mas, principalmente, porque as medidas de política econômica que poderiam ser aplicadas para enfrentar qualquer um deles tendem a provocar efeitos contrários e negativos no outro. Para complicar, o poder de atuação do governo é muito limitado devido às atuais condições macroeconômicas: déficit fiscal, endividamento das famílias, cambio sobrevalorizado, e controle de tarifas de energia. Para promover a recuperação da economia, o governo já gastou todo seu arsenal fiscal e creditício: elevados gastos governamentais, incentivo ao consumo e ampliação do crédito. Mesmo assim, a economia patina e o efeito inverso foi o aumento da inflação....

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Livre Pensar – David Hulak

David Hulak Democracia mesmo é quando a patuleia for elite. Convencer que permanecer no teto é estar na meta, é pulha complacente, tipo estupre mas não mate.  * Seis de agosto de mil novecentos e quarenta e cinco foi dia de guerra assimétrica? *  O popular Presidente Xi Jingpeng, defenestrou Zhou Yuangen  : ex-popular no Comitê Central e mais de trinta Ministros, governadores e altos Mandarins, por corrupção e chamou isso de Caçar Tigres. Isso é que é faChina. * Entre a Copa e a Olimpíada teremos os trinta anos da Declaração de Foz de Iguaçu, generosa e otimista visão de Sarney mais Alfonsín que deu origem ao Mercosul, e se tudo indica que até agora ela não pegou, só tem um ano para pegar. Como para a efeméride não haverá obras de construção civil nem de mobilidade inter-regional haverá...

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Yes, you could, Mr. Obama! – Editorial

A questão Palestina se arrasta desde a criação do Estado de Israel como o principal fator de instabilidade e conflitos no Oriente Médio. Explosões periódicas de violência, atos terroristas e invasão territorial com a morte de civis, marcam a história desta região e realimentam o ódio entre os povos semitas, árabes e hebreus. A escalada de violência destas últimas semanas, culminando com a lamentável invasão da Faixa de Gaza pelo exército de Israel, parece demonstrar a impossibilidade de um acordo político para a questão palestina, dominada pela intolerância de lado a lado. E, no entanto, em 1993, com a assinatura dos Acordos de Oslo, o caminho da paz estava devidamente pavimentado e legitimado pelas lideranças fortes de Yasser Arafat, líder da OLP-Organização da Libertação da Palestina, Yitzhak Rabin, primeiro ministro de Israel. Este entendimento, que levou à retirada das...

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Livre Pensar – David Hulak

Da série Eliminatórias:Temer meteu a faca nos peitos, mas neguinho skapou pela tangente. Bigfoot ou Sasquatch, primo do Abominável Homem das Neves, o lá da América do Norte há quem jure que viu e quem diga que …

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