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Penso, logo duvido.

A criação – Sérgio C. Buarque

Deus flutuava no meio do nada, entediado com a eternidade inútil e vazia, padecendo de uma grande solidão…

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Pós-eleições: o que nos aguarda? – Elimar Nascimento

As eleições se encerraram e o País tem a continuidade de Dilma Rousseff na presidência. Ela obteve 1,64% a mais do que o necessário para se eleger…

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Esperando as ideias novas – Editorial

Ao longo da acirrada campanha eleitoral, a propaganda da candidata reeleita para a Presidência da República insistiu em vender ao eleitorado que o novo governo teria novas ideias. Na campanha, contudo, não disse quais as ideias novas que norteariam o seu segundo mandato. Toda a propaganda se concentrou em ressaltar o sucesso do governo que acaba. O que leva de imediato à pergunta: por que ideias novas se tudo está dando certo? Na propaganda eleitoral e nos debates, tudo que foi apresentado como proposta de governo foi mais do mesmo (Bolsa Família, Pronatec, Minha Casa Minha Vida, PROUNI, Mais Médicos (agora, com Mais especialidade). A única novidade anunciada foi a Escola em Tempo Integral. Como o primeiro governo de Dilma Rousseff não foi exatamente um sucesso, especialmente na economia, o “mais do mesmo” significa a manutenção dos programas e...

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Livre Pensar – David Hulak

Sabedoria é fazer de conta que está ouvindo o que o chato está dizendo, ou lendo o que um deles digitou…

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O xamã do Agreste – João Rego

A mãe de Jânio tinha um olho de vidro. Todas as vezes que ia brincar com ele em sua casa, ficava meio arredio quando ela se aproximava de mim…

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Brasil rachado – Editorial

Raramente na história recente do Brasil o país esteve tão dividido politicamente como nestas eleições para Presidente da República. O Brasil está rachado no meio e fraturado em pedaços. Não só porque os candidatos têm quase as mesmas intenções de voto (segundo as pesquisas), mas também e, principalmente, pela enorme radicalização política que corta o Brasil em dois blocos carregados de emoção. O PT radicaliza no discurso e tenta provocar uma fragmentação do país entre pobres e ricos, pretos e brancos, povão e elite, bons e maus. No último discurso no Recife Lula comparou os adversários aos nazistas e a “Herodes que mandou matar Jesus Cristo quando ele nasceu com medo de ele virar o homem que virou”. No mesmo comício, Dilma disse que “iam dar uma derrota em regra para os tucanos (sic). Não vamos deixar pena de...

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PT X PSDB – Teresa Sales

TPE – tensão pré-eleitoral. Assim está nosso país às vésperas de uma eleição presidencial de tantas surpresas. Os programas de governo em pouco ou quase nada diferem um do outro…

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A doença infantil do esquerdismo – Sérgio C. Buarque

Grande parte dos intelectuais que votam em Dilma Rousseff para presidente da República reconhece os graves problemas do PT no governo …

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Livre Pensar – David Hulak

Deus tem cor? Vermelho ou Azul? Melhor deixá-Lo em paz, se não vira Pastoril…

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E a governabilidade? – Editorial

A negociação e formação de uma base política e parlamentar é fundamental para garantir governabilidade ao Presidente da República. Mas o chamado “presidencialismo de coalisão” tem gerado grandes distorções na política brasileira pela necessidade do chefe do executivo barganhar votos no Congresso com dezenas de partidos (ou pedaços de partido), a maioria dos quais sem qualquer compromisso com os interesses do Brasil. Na próxima legislatura, a Câmara de Deputados terá 28 partidos, dos quais 9 com menos de 5 parlamentares e metade com menos de 15 deputados, e os poucos grandes também contaminados por interesses fisiológicos e puramente comerciais. Com diferentes mecanismos, os presidentes têm “comprado” parlamentares e bancadas inteiras no varejo e no atacado para conseguir a maioria que assegura alguma governabilidade ao executivo. Estes mecanismos vão desde a distribuição de cargos e a liberação de emendas parlamentares...

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Livre Pensar – David Hulak

Não quero nem pensar. Nem mel nem cabaça.

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A finca, a roda e a espada – João Rego

À sombra do frondoso pé de Ficus Benjamim, olhando para a Praça Cel Porto, quatro meninos se esmeram para ter as suas fincas afiadas. Rec, rec, rec…

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É a economia, estúpido! (*) – Editorial

As políticas sociais não serão destaque no debate político dos dois candidatos a presidente da República – Dilma Rousseff do PT e Aécio Neves da oposição – porque existe concordância entre eles e o eleitorado exige a sua manutenção..

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Livre Pensar – David Hulak

Eu gosto muito de preguiça; meu problema é que não sei o que fazer com ela…

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A nova polarização – Sérgio C. Buarque

Nas últimas décadas, a política brasileira esteve fortemente polarizada com o PSDB-Partido da Social Democracia do Brasil e o PT-Partido dos Trabalhadores disputando o poder e a condução política do Brasil.

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Pai – João Rego

Ele havia chegado de uma caçada. Mal esperou para me pegar e ficar brincando comigo, me arremessando com segurança no ar, para logo depois me apanhar…

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Livre Pensar – David Hulak

Vale a pena ver de novo? Duvido, cansei.

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As armadilhas do futuro governo – Editorial

Em janeiro começa o mandato do novo presidente da República eleito nestas eleições. Independente de quem ganhe a confiança do eleitorado, o futuro governante do Brasil vai ter que desarmar algumas complicadas armadilhas que foram plantadas nos últimos anos e que ameaçam o futuro do país. A primeira armadilha reside nas contas públicas, que vêm acumulando déficit há vários anos, alimentando a inflação e aumentando a dívida pública, resultado de um persistente crescimento do gasto corrente público acima do aumento do PIB e da arrecadação. Nos oito meses deste ano, a receita cresceu 6,4% enquanto as despesas subiram 12,6%. Quem administra um orçamento familiar deve imaginar onde vai dar este descontrole dos gastos. A aposta do governo Dilma Rousseff no consumo, tanto da população quanto do governo, montou uma armadilha delicada que está levando a um alto déficit público...

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Poliodramita – Sérgio C. Buarque

No último debate eleitoral, os candidatos trocavam perguntas e acusações, cada um inventando o mundo de fantasias do que seria o Brasil nos seus governos.

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