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Penso, logo duvido.

Colapso no sistema circulatório – Editorial

A greve dos caminhoneiros desta semana mostrou como a economia brasileira depende da eficiência, da qualidade e do custo do transporte de carga que forma uma enorme e complexa malha de 1,3 milhões de caminhões. Cerca de 85% do sistema de transporte de carga é composto de caminhoneiros autônomos. O transporte de carga é o sistema circulatório da economia brasileira, articulando todas as cadeias produtivas com suprimento de matérias primas e o abastecimento do mercado para consumo da população. Um estrangulamento deste sistema provoca colapso econômico com enorme desperdício de mercadoria e elevação dos preços dos produtos, como parcialmente ocorreu em várias partes do Brasil. Contudo, salvo pelas deficiências e estrangulamentos das nossas rodovias, a crise do setor de transportes não é diferente das dificuldades dos demais setores da economia e de toda a população brasileira, decorrente da combinação...

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Ecos Brasilienses VI – Eli S. Martins

Saudades do Sergio Porto, o autor do Festival de Besteira que Assola o País – FEBEAPÁ

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Livre Pensar – David Hulak

Adulteen é o que antigamente se chamava de véio safado?

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Nas Pegadas de Fiszel Czeresnia – Fernando Dourado

O lar é um sentimento, mais nada. O lar é ilusório, como o amor, que depois desaparece. Depois que você parte, vira um estranho.

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O Recife sem miséria – Mariana Monteiro

Nunca morei em Recife, embora meus pais sejam ambos pernambucanos, mas visito a cidade anualmente desde os 10 meses de idade.

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Lições do carnaval – Clemente Rosas

As cenas da emoção do presidente da Beijaflor, ao saber da vitória da sua escola no Carnaval do Rio, associadas à crítica da imprensa sobre a “ilegitimidade” da patrocinadora…

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Livre Pensar – David Hulak

David Hulak   Sabedoria cartesiana é ir descartando da amizade tudo aquilo que nela nos desgosta, mantendo um saldo de tolerância, até este chegar ao terceiro quadrante. * Alan Turig vai ganhar um Oscar atrasado. Enfim a patuleia que paga ingresso e os que “baixam” de graça os filmes, vão saber o que poucos sabiam e, menos ainda, desconfiavam: o cara foi um Gênio, quebrando o código do Enigma, ajudou Churchill a ganhar a Batalha da Inglaterra e a afundar barcos nazistas e que, depois, o sacanearam por homofobia. * Beleza! Mas penso no cara que criptografou o Enigma. Ninguém fala nele. Será que um dia desses ele vai ganhar um filme, premido com um Urso de Ouro, em Berlim? * Penso, penso; indago, pesquiso e continuo sem saber o que, no duro, quer dizer Falha Técnica. Aparece em...

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O dia em que virei dona de Maracatu – Teresa Sales

Terça Feira Gorda. Com minha hóspede paulistana apaixonada por Maracatu, vamos ao carnaval no Polo Brasília Teimosa.

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2015 começou – Editorial

O recorrente adiamento das agendas para “depois do carnaval” não pode mais ser utilizado porque a festa acabou na “ingrata” quarta feira de cinzas. A ordem agora é trabalhar para tirar o atraso de mais de 40 dias de adiamentos e de lassidão. É como a Cantareira, que precisaria de chuvas muito acima das médias históricas para recuperar um nível confortável de reservas hídricas para o abastecimento paulista. Felizmente a natureza não espera o carnaval para começar a chuva. (Muito embora, como se sabe, as águas não estejam sendo tão generosas para compensar os desperdícios e a leniência da gestão hídrica do governo)  As agendas frouxas e a indolência até o carnaval têm, contudo, um retorno econômico que vai além da festa. Na verdade, o carnaval é um grande negócio no qual giram bilhões de reais e são gerados...

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A sociedade das falcatruas – Ester Maria Aguiar de Sousa

Muito se tem falado, hoje, no Brasil, sobre a corrupção. A questão central é: entre corruptos e corruptores, de quem seria a culpa desta quase tragédia que assola o país.

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Taxista poeta pró “intervenção constitucional” – Helga Hoffmann

Região central de S.Paulo, segunda-feira de Carnaval 2015. Tomei um taxi no fim da rua Baronesa de Itu, para ir até o Instituto Vita, na rua Mato Grosso.

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Schadenfreude – João Humberto Martorelli

Espantosa é a falta de atitude da sociedade brasileira. No limite, talvez simples desencargo de consciência, surge aqui e ali uma troça com a tragédia alheia, ainda quando o alheio seja a pátria e o futuro dos nossos filhos.

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Finalmente, o carnaval! – Editorial

No meio de uma avalanche de notícias desagradáveis e perspectivas inquietantes do Brasil, os brasileiros vão ter agora, felizmente, uma curta e alegre folga. Quatro dias de carnaval permitem uma reconfortante pausa para respirar e esquecer que o país está à deriva, com um governo desorientado, com uma crise de energia e de recursos hídricos, crescimento econômico zero e inflação beirando os 7%, acima teto da meta. As previsões para 2015 são assustadoras: Que mais? A Petrobrás, maior empresa brasileira, símbolo histórico do nacionalismo e uma das grandes corporações petrolíferas do planeta, desmontando financeiramente (pelo uso irresponsável da empresa na política econômica) e atolada na corrupção que envolve vários políticos e diversos partidos da base de sustentação do governo. Para completar o quadro de dificuldades na economia, nos últimos dias houve uma forte desvalorização do Real frente ao dólar...

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É hora de mudar – Ricardo C. Furtado*

Há no Brasil uma cultura do não aprimoramento. Prefere-se criar um novo modelo, projeto, ou seja lá o que for, a tentar melhorar algo existente.

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Ecos Brasilienses V – Eli S. Martins*

A maior crise na história da empresa é causada por um partido de esquerda e não pelos “neoliberais” tucanos, nem os ‘entreguistas’ de todos os matizes.

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Última carta de Mario para Veridiana – Fernando Dourado

Sei que você é dura em seus julgamentos e fosse eu me entristecer com eles, já nem respiraria. Isso porque tudo que ouço de você é reprovação.

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Um Defeito de Cor: um romance de formação – Luciano Oliveira

Os que pertencem à minha geração, aquela que se formou intelectual e politicamente nos anos 1960, conhecem a expressão e o charme de sua designação…

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Livre Pensar. – David Hulak

David Hulak Cinco de fevereiro. Deu chabu, ao som retrô da banda dos Queens. * Nossa Helmana teria levado palmadas quando cliança?  Agora não dá mais, apesar de nossos vizinhos não telem uma Ley Malia de la Peña. * Satya Nadella, chefão da Microsoft datou. Em 2025 não haverá mais canetas. Eu já me arrependi de anos atrás não ter guardado a Parker que ganhei aos 13 anos. Adianta estocar as minhas Bic Escrita Fina? Como fazer para que elas não ressequem? No Réveillon de 2024 terei que avoá-las no mato? Ou no Mar Oceano, esperando que Iemanjá, desavisada do vaticínio, as receba? * Por falar em Satya, deu na imprensa que, nos EUA, Universidades que não tem muito o que fazer estão pesquisando como chamar quem não se sente homem nem mulher. E não tem nada com orientação...

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Água e luz – Editorial

Uma marchinha carnavalesca de meados dos anos de 1950 gozava uma cidade em que “de dia falta água e de noite falta luz”. Depois de mais de meio século de crescimento econômico, em que o Brasil se notabilizou por sua enorme cadeia de fornecimento de energia hidroelétrica que iluminou os rincões mas afastados do país, vejam onde chegamos! As notícias e as cifras são alarmantes e estão em todos os meios de comunicação. Uma tal repercussão está diretamente relacionada com a crise de água na maior cidade do país. Lá, esperou-se por São Pedro até o último momento. Somente quando não foi mais possível confiar na chuva, deu-se a conhecer à sociedade a gravidade do problema. A novidade é a dimensão da catástrofe e não a maneira de enfrentá-la. Pois assim vêm sendo implementadas as políticas públicas em nosso...

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Superlativas -Sérgio C. Buarque

Tem pessoas que são superlativas na vida, consigo mesmas e com o mundo. Não gostam de nada nem de ninguém, amam ou odeiam.

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Alternativas à Guerra contra as drogas: Cidades e as Políticas de Redução de Danos – Leonardo Gill

A guerra às drogas falhou. As políticas de militarização contra o uso de entorpecentes não reduziu a demanda por drogas…

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O luto – João Humberto Martorelli

Estamos de luto, meu amor. Enjaulamos o sentimento. O plasma molda a humanidade no sequestro das meninas e mal atentamos para as contradições no Boko Haram significando a destruição…

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