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Penso, logo duvido.

Quem é o autor do filme? – Fernando da Mota Lima

Além de romancista de grande renome, Gore Vidal é um notável e provocativo ensaísta. Seu gosto pelo ensaio polêmico ou pelo jornalismo de opinião concentrou-se notadamente na crítica ao sistema político…

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Clara e os direitos urbanos – Sérgio C. Buarque

A maioria dos críticos de cinema, não só no Brasil, considera o filme “Aquarius” de Kleber Mendonça Filho uma obra prima. Opinião compartilhada por Teresa Sales em artigo recente publicado na Revista…

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Aquarius – Teresa Sales

Entro na sala de cinema, no primeiro dia de sua exibição, com quase nenhuma informação sobre o enredo do filme.

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Poeta na Paraíba! – Clemente Rosas

Romancista ao Norte! Foi com tal anúncio que, em 1927, Alceu Amoroso Lima, o Tristão de Athayde, em artigo publicado na imprensa do Rio, chamou a atenção para o então obscuro José Américo de Almeida…

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Samba – a Paris dos Imigrantes – Teresa Sales

“O meu nome é da bíblia”. “E o meu é da dança”. Assim se apresentam na prisão francesa Jonas e Samba, ambos imigrantes africanos trabalhando indocumentados em Paris. Em torno do personagem…

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O Fantástico homem da areia – Ester Aguiar de Sousa

Ernest Theodor Amadeus Hoffmann foi um intelectual alemão de grande reconhecimento, tendo desenvolvido atividades como jurista, compositor e escritor.

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EXPRESSO BRASÍLIA: Uma história pouco conhecida da nossa Babilônia – Luciano Oliveira

Luciano Oliveira Nunca me esqueci dos três nomes mágicos que enfiei na cabeça para fazer uma prova de história, quando era menino: Quéops, Quéfren e Miquerinos. As três grandes pirâmides do Egito. Nunca me esquecerei também do épico Os 10 Mandamentos, de Cecil B. de Mille (assistido pela primeira vez por essa época), onde escravos judeus construíam um daqueles monumentos vergados sob o peso das pedras e das chicotadas dos feitores. Num determinado momento, uma velhinha que passa graxa nos trilhos de remoção dos imensos “tijolos” fica presa entre um enorme bloco de pedra e um buraco onde ele deve se encaixar. Salvá-la significaria atrasar os trabalhos. O feitor não hesita e manda os escravos continuarem a puxar a gigantesca pedra. A velhinha será esmagada. E daí? É mais uma entre os milhares de trabalhadores substituíveis. Aí chega Charlton...

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Vozes da estrada: de Ibn Battuta a Zé Cláudio – Fernando Dourado

SE A ESTRADA NEM SEMPRE ANIMA, FATO É QUE LIVROS DE VIAGEM PODEM SER DIVERTIDOS.

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O Liberal Vargas Llosa – Fernando da Mota Lima

Sabres e Utopias, recente coletânea de artigos e ensaios de Mario Vargas Llosa, reúne em mais de 400 páginas substanciosa e variada amostragem da sua obra de intelectual…

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Caetano versus Chico – Fernando da Mota Lima

Em muitos sentidos, este artigo é um desdobramento de um outro, intitulado Chico Buarque e o Tropicalismo, recentemente publicado nesta revista.

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O Progresso “pato manco” – Clemente Rosas

O pato, ave aquática, caminha mal. Se o imaginamos manco, sua inabilidade em terra ainda se agrava.

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A destruição da natureza é reversível – Teresa Sales

“A destruição da natureza é reversível”, repito, é a mensagem final do filme O sal da terra, dirigido por Win Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, em cartaz desde esta semana nos cinemas brasileiros.

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“Não se diz tudo ao marido” O feminismo não feminista de Conceição Lafayette – Luciano Oliveira

Conceição Lafayette é professora do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco…

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Paixão sertaneja – Teresa Sales

Teresa Sales 18/março/2015 Prezado leitor, entre no Google e digite o nome do filme, A história da eternidade. Vá direto para o comentário da revista Veja e aí você será informado de aspectos técnicos do filme e de seu sucesso nacional, com os cinco principais prêmios do Festival de cinema de Paulínia em julho de 2014 e o prêmio de público do Festival Internacional de Cinema de São Paulo em outubro 2014. Indico essa fonte de informação não apenas pela crítica, comum a outros comentários ao filme, mas sobretudo por mostrar os três minutos iniciais do filme. Numa paisagem sertaneja gretada, solo cinzento contrastando com o céu azul, um cego está sentado em uma tora de madeira que lhe serve de assento, embaixo de um enorme umbuzeiro. Toca na sanfona uma canção lamurienta. Enquanto isso, o menino guia do...

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Um Defeito de Cor: um romance de formação – Luciano Oliveira

Os que pertencem à minha geração, aquela que se formou intelectual e politicamente nos anos 1960, conhecem a expressão e o charme de sua designação…

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O sagrado risco do acaso – Teresa Sales

Não é comum, mas acontece. Você entra num livro, faz uma viagem com o(a) autor(a) e sai dele diferente de como entrou…

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Brincante – Teresa Sales

O filme Brincante está apenas em uma sala de cinema no Recife, uma no Rio de Janeiro, duas em São Paulo. Horários limitados. Não se aposta portanto em grande público.

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Um Prêmio Nobel para Ana Maria Gonçalves – Luciano Oliveira

Luciano Oliveira Minha filha e minha mulher acham que sou exagerado; e um amigo diz que sou “glauberiano”, por causa do meu amor às hipérboles. Pensei nisso quando, lá pela página 100 do livro Um Defeito de Cor (total de páginas: 947!), de Ana Maria Gonçalves, exclamei de mim para mim mesmo: essa mulher merece o Prêmio Nobel de literatura! Poderia, é verdade, ter sido atribuído a João Ubaldo Ribeiro, autor de Viva o Povo Brasileiro. Afinal, os dois livros têm muitos pontos em comum. Um e outro têm por tema a desumanidade da escravidão brasileira. E, detalhe curioso, a Ilha de Itaparica, na Bahia, serve de pano de fundo a ambos. São, além disso, livros enóóóórmes, duas epopeias dentro da melhor tradição romanesca mundial, que vai (estou simplificando abusivamente) do Dom Quixote de Cervantes a Guerra e Paz...

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50 anos esta noite – Clemente Rosas

O livro de José Serra vem somar-se aos de Aldo Arantes (Alma em Fogo) e Fernando Henrique Cardoso (O Improvável Presidente do Brasil), que já tive a oportunidade de comentar nesta revista eletrônica, contribuindo para…

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Lascívia – Teresa Sales

Este é o primeiro parágrafo do controvertido livro de Wladimir Nabokov. Não está escrito assim como, de propósito, o fiz acima. Se o leitor ler alto e compassado, sentirá toda a lascívia contida nessa simples frase. Eu diria que é o tema principal do livro.

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A melancolia para se sentir – Teresa Sales

Dia chuvoso, friozinho, final de feriadão (que juntou duas importantes festas: de todos os brasileiros – jogo do Brasil na Copa do Mundo; e dos nordestinos – festa de São João)…

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Eu acho que você deveria ler – David Hulak

Você e a torcida da seleção brasileira. Dos idosos às novas gerações, sobretudo estas. É um bom livro de história do Brasil de leitura fácil e interessante. Escorreita.

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Drácula de Bram Stoker: Uma interpretação sobre o desejo e a falta do sujeito – João Rego

A interpretação que trago aqui sobre a obra Drácula, de Bram Stoker, de maio de 1897, é baseada na abordagem…

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Amor e revolução no cinema Português pós 74 – Camilo Soares

O que é, afinal, uma revolução ? Palavra que carrega nas costas um tanto de romantismo, demanda objetividade e cujo conteúdo aparenta evanescer nos tempos atuais de banalização mediática…

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Sob o signo da paixão – Teresa Sales

Com as Comissões da Verdade, o Brasil começa a conhecer mais a tragédia dos sobreviventes através de seus depoimentos, indispensáveis para a história de nosso povo.

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Lições sobre Hannah Arendt – Fernando da Mota Lima

As coleções ideadas pelos editores para servirem de pórtico ou introdução didática à obra de grandes escritores e pensadores são uma faca de dois gumes.

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Alma em fogo – Clemente Rosas

Amigo Aldo Arantes: Escrevo-te do meu terraço de praia, na companhia de coqueiros e passarinhos, com a brisa no rosto e o mar a meus pés.

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Na contramão do som – Sérgio C. Buarque

O cidadão dirigia o seu carro numa rodovia de alta velocidade, bem relaxado no volante, ouvia uma música clássica no rádio quando, de repente, o locutor interrompeu a melodia com uma grave informação:

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Meu Tempo é Hoje – Fernando da Mota Lima.

Meu Tempo é Hoje é um filme justamente dedicado à música de Paulinho da Viola, um dos mais notáveis compositores e intérpretes populares da música brasileira.

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A Camille Claudel de Ceronha Pontes – João Rego

Uma luz abre suavemente o cenário. Deitada sobre um monte de barro vermelho começa a surgir a silhueta sensual de um corpo de mulher.

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