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Penso, logo duvido.

Filosofia Hindu: Introdução – João Rego

Havia prometido aqui escrever sobre a filosofia hindu (Barbárie, cultura e religião Cf, Revista Será? 25.11.2016), objeto de meu interesse desde jovem, quando fui apresentando à obra do místico Paramahansa Yogananda[1].

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Hebdomadário da Corte XXVII – Luciano Oliveira

Terminei o hebdô da semana passada pensando no problema da diferença entre o escravo e o explorado: ainda que sejam ambos uns fodidos, o segundo pode sair por aí vendo o mundo – nem que seja por uma janela de ônibus – e gostar disso!

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Hebdomadário da Corte XXVI – Luciano Oliveira

Volto aos “treze versos a serem escritos” sobre a hipótese da disjunção entre capitalismo e democracia – mote com que terminei o hebdôda semana passada. Bem, dir-se-ia: e qual é a novidade? Qualquer pessoa sabe disso. A Itália, a França, os Estados Unidos etc.

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Orfeu e Eurídice de Gluck, o triunfo do amor sobre a morte – Frederico Toscano

Quem foi assistir à estreia de Orfeu e Eurídicedo compositor alemão Christoph Willibald Gluck(1714-1787) no antigo Burgtheater de Viena, em 5 de outubro de 1762, pensou que veria mais uma ópera sobre os velhos mitos gregos, mas estava completamente enganado.

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A aposta de Florisvaldo Manga – Fernando Dourado

Fizesse chuva ou sol, estivesse o médico no Rio de Janeiro ou fora da cidade, Neco Borborema, um paraibano com alma mineira, tinha autorização de Dr. Florisvaldo Manga para jogar por ele na Mega-Sena sempre que o valor do prêmio anunciado ultrapassasse os R$ 20 milhões.

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Hebdomadário da Corte XXV – Luciano Oliveira

Fui picado pela mosca azul da teoria (terreno que não chega a ser o meu forte) e eis-me aqui, na sequência do “hebdô” da semana passada – onde explorava a hipótese da dinâmica capitalista como trazendo consigo um “potencial emancipador”

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Livre Pensar – David Hulak

Façam seu jogo, senhores e senhoras, diz a roda da fortuna travestida de crupiê. Vou de Vermelho 27? Se der Preto17 a culpa será de Nelson Gonçalves. “Vermelho vinte e sete… Seu dinheiro tanta gente alimentou …Deu preto dezessete, nem um cão entre os amigos encontrou…”.

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Do Porto de Hamburgo ao Porto de Santos – Helga Hoffmann

Amo cidades portuárias. Eu vivi mais de dois anos em Hamburgo, de dezembro de 1975 a fevereiro de 1978. Não só vivi: trabalhei, pertinho do Alstersee, o grande lago no centro de Hamburgo, e paguei imposto de renda e previdência social.

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Once upon a time in Paris – Fernando Dourado

Tudo começou com um passeio ao cemitério de Montparnasse, um local aprazível para celebrar os primeiros dias de primavera. Logo à entrada principal, poucos passos à direita, estão lado a lado os túmulos de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir.

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Hebdomadário da Corte XXIV – Luciano Oliveira

Como professor na área das ciências sociais e humanas, tenho muitos alunos “críticos”. O qualificativo, claro, remete à filiação marxista que seu enunciado evoca. Como costuma acontecer, são também pessoas afinadas com as “novas” pautas culturaisque adentraram ruidosamente a cena pública de alguns anos para cá.

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O Mar de Debussy, brisas e ondas pintadas pela orquestra – Frederico Toscano

As peças de Claude Debussy(1862-1918), representante principal do movimento musical impressionista surgido na França, provocaram opiniões bem conflitantes e ferozes polêmicas, mas no início do século XX, ele se firmou como figura de destaque no novo movimento musical.

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Hebdomadário da Corte XXIII – Luciano Oliveira

Quarta-feira passada, dia 18 de julho, fez exatamente um ano que recebi, por volta do meio-dia, um telefonema estranho da minha colega e amiga professora Conceição Lafayette, perguntando com certa insistência onde eu estava.

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Livre Pensar – David Hulak

Fico pensando em não mais escrever, muito menos publicar. Não há motivos para o chiste, para uma charla. Mas não posso parar de pensar, o que me incomoda desde que meu filho, então entre os seus cinco a seis anos, após uma longa demora no banheiro, saiu perguntando: “por que a gente não para de pensar?”

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O Colapso Da Pátria Educadora – Paulo Gustavo

O “tópos” das relações entre o intelectual e o poder sempre rende reflexões e autorreflexões, mesmo entre aqueles que tiveram uma passagem fugaz pelo poder. É o caso do ex-ministro da Educação, o filósofo Renato Janine Ribeiro…

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Hebdomadário da Corte XXII – Luciano Oliveira

Como diria Roberto Carlos, “o show já terminou”. A “bolha da copa”, é verdade, só estoura no próximo domingo, com a grande final, mas devo confessar uma defecção: pulei fora antes, com a derrota do Brazuca para a Bélgica, deixando lá dentro Galvão…

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Hebdomadário da Corte XXI – Luciano Oliveira

Alô amigos da Rede Bolha! Até 15 de julho, já sabem: continuo na “bolha da copa”. Eu e Galvão!

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Aventura em Alto Mar – Clemente Rosas

Corriam os anos 70 do século passado, e eu trabalhava como executivo de uma empresa produtora de papelão ondulado do Grupo Klabin, com unidade industrial na cidade de Goiana e escritório na capital de Pernambuco. 

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A voz dos bons e maus perdedores – Fernando Dourado

“Meu nome é M. Rao e sou comerciante de pedras preciosas aqui em Jeddah desde os anos 1990, quando interrompi meus estudos para vir tomar conta do comércio da família depois da morte de nosso pai. Com duas irmãs para casar, e sabendo que o maior desejo dele …

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Do “Princesa Leopoldina” para a Marcha dos 100 mil – Fernando Dourado

Acho que foi por volta de abril que começamos a ventilar em família a possibilidade de tomarmos um navio no meio do ano de 1968 para visitar o Rio de Janeiro.

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Hebdocoisas na quarta do jogo – David Hulak

Um espectro ronda o mundo. Caiu a máscara da tolerância politicamente correta. Só dá não tolero, odeio; não me importa, fodam-se. Anos atrás, no falido Orkut – lembram daquela mídia “social”? – grupos criavam os Odeio Tal Coisa, mas os seus membros não ousavam demonstrar repulsa racial, étnica, homofóbica e coisas deste jaez.

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Hebdomadário da Corte XX – Luciano Oliveira

Ah… não tem jeito! Mesmo sem a expectativa e a alegria de antigamente, basta a Copa do Mundo começar e me enfio numa bolha onde me isolo das encrencas do mundo: Lava-Jato, Donald Trump, Guerra às Drogas, Atlas da Violência, Jair Bolsonaro – tudo isso, e muito mais, fica de fora.

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Gilberto Freyre e o Estado Novo – Paulo Gustavo

Já faz mais de uma década que Gilberto Freyre, falecido em 1987, saiu de um limbo de silêncio em que certa inteligência brasileira ousou colocá-lo. Reducionismos daqueles que, emitidos por messiânicos ou analfabetos do próprio Freyre, traçaram visões e fronteiras simplistas, muitas nada mais sendo do que círculos…

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Penta na Ásia: euforia na madrugada – Fernando Dourado

Depois de “Fim de festa no estádio do Sarrià” e de “É tetra, é tetra, é tetra…”,ambos publicados nesta “Será?” nas últimas semanas, hoje vem o último bloco. Este cobrirá os anos de 2002, 2006, 2010 e 2014, quando a Copa do Mundo foi realizada no Brasil.

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Hebdomadário da Corte XIX – Luciano Oliveira

Chego a mais uma Copa do Mundo na minha vida. A primeira foi no longínquo ano de 1962, em Itabaiana, interior de Sergipe. Brasil bicampeão mundial de futebol. Dela, tenho apenas lembranças muito vagas. Era um menino, e como lá em casa…

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“É tetra, é tetra, é tetra…” – Fernando Dourado

No artigo passado, procedi a um longo resgate das reminiscências gravadas na memória dos anos de 1958, 1962, 1966, 1970, 1974, 1978 e, finalmente, 1982, quando sucumbimos a três gols pelos pés do italiano Paolo Rossi, o que levou a que o futebol elevado à arte cênica jamais voltasse a ser o mesmo.

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Livre Pensar – David Hulak

Não estou interessado na Copa. A última que mexeu comigo foi a de setenta. Depois daquela todos me achavam estranho, despatriota. Acompanhei a de 70 desde a fase de classificação quando o camarada João Saldanha, na primeira entrevista que deu, escalou a seleção, do goleiro ao ponta esquerda, e priu.

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Fim de festa no estádio do Sarrià – Fernando Dourado

Nasci em 1958 e tinha três meses de vida quando arrebatamos a primeira Copa do Mundo. Bem entendido, não tenho nenhuma lembrança desse ano da graça, o que nunca me impediu de estufar o peito e de louvar a coincidência dos fatos.

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Livre Pensar – David Hulak

Dispensando os leitores até esta sexta, no domingo, fui aconselhado por um dos Editores para anotar o que me causa espécie, estupor, todos os dias.

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Hebdomadário da Corte XVIII – Luciano Oliveira

Passei uma semana sem me desgrudar do livro Lima Barreto: triste visionário, de Lilia Schwarcz, volumosa biografia do primeiro escritor brasileiro a reivindicar a condição de “escritor negro”.

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Aramís – Luiz Otavio Cavalcanti

Seja bem-vindo, Aramís. Tu que ingressaste no mundo nessa segunda feira. Corajosamente. Inusitadamente. Cercado de limitações. Cingido por temores. Sem sequer conseguir chegar à maternidade. Mas chegaste ao mundo.

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