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Penso, logo duvido.

Memórias de Redação: O Último Trem do Sertão – Ivanildo Sampaio

De Sertânia a Salgueiro, a velha locomotiva parecia ainda mais cansada e mais lenta – vencendo o chão seco do Sertão, serpenteando pelo meio da caatinga, até encostar, finalmente, na derradeira estação do percurso.

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Carmen de Bizet, a primeira ópera feminista da história – Frederico Toscano

Ao morrer em 2 de junho de 1875, aos 36 anos, o compositor francês Georges Bizet (1838-1875) não tinha sobrevivido o bastante para saber que sua ópera Carmen tornar-se-ia uma das mais queridas obras musicais jamais escritas e a mais amada de todo o repertório francês.

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Memórias da Redação: O Nike Bar – Ivanildo Sampaio

Foi numa sexta-feira quente de verão que Adolfo Bloch baixou no Nike. Vinha possesso. Procurava um mecânico que deveria estar no plantão das oficinas e que alguém informou que certamente ele estava no Nike Bar.

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Encontros com Proust: Proust e a Medicina – Paulo Gustavo

O médico, na visão proustiana, está como que condenado a chegar atrasado na corrida em que a dor e o sofrimento são, por conta da própria biologia humana, competentes atletas.

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Memórias de Redação –  Voo cego –  Ivanildo Sampaio

Naquele verão de 1970 fui escalado para produzir um suplemento tablóide de 32 páginas, sobre o Estado do Mato Grosso, a ser encartado na edição nacional da Revista Manchete.

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Aída de Verdi, amor e traição no antigo Egito – Frederico Toscano

O mais bem-sucedido e tocado compositor da história da ópera não foi um pioneiro musical como Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) e Richard Wagner (1813-1883), porém mais que qualquer outro compositor Giuseppe Verdi…

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Palavras ao vento…. – Ademir segundo, o distraído

O que valem os partidos? A conversa dos deputados do PSB com o DEM comprova este valor. Perto de zero, pura circunstância.

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Encontros com Proust- Entre o mito da infância e a surpresa da velhice – Paulo Gustavo

Alguns críticos consideraram “Em busca do tempo perdido” como um “romance de formação”. Não deixa de sê-lo, uma vez que acompanhamos o herói desde a infância ao limiar da velhice.

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Memórias de Redação – Rua do Russel, 804, Praia do Flamengo –  Ivanildo Sampaio

Não dá para esquecer a efervescência que era a redação da Manchete, localizada na Rua do Russel, 804, Praia do Flamengo, Rio de Janeiro, no final daqueles anos 60.

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Tristão e Isolda de Wagner, um monumento ao amor transcendental – Frederico Toscano

O compositor, ensaísta e diretor de teatro alemão Richard Wagner (1813-1883) levou a ópera a elevadas alturas em matéria de intensidade musical, revolucionando toda a experiência operística.

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 Memórias de redação – Ivanildo Sampaio

Li, dia desses, num site de menor importância, uma nota pequena e perdida que falava de Adolfo Bloch, um judeu ucraniano que chegou ainda garoto no Brasil e que fundou e dirigiu uma das maiores editoras…

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Encontros com Proust: o caleidoscópio do desejo – Paulo Gustavo

“Em busca do tempo perdido” é uma obra que assume, por assim dizer, a potência e o desespero do desejo. A meu ver, mais que a sexualidade em si mesma, o que está presente como um dos grandes…

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Palavras (políticas ?) ao vento…. – Ademir II (o distraído) da Silva

Alguns aqui na esquina dizem que Temer continua no poder porque não tem vice para tramar contra ele. Pelo menos é a opinião da saudosa – para quem? – Dilma.

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Memórias de um leitor VIII – Fernando da Mota Lima

E então vi meu pai, a matéria finita, desdobrando-se no tempo imaginário, atravessando o longo e tumultuoso rio do tempo para afinal dissolver-se na corrente que também a mim um dia me tragará.

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Norma de Bellini, a tragédia de uma paixão proibida – Frederico Toscano

Mestre do chamado bel canto, a arte de expressar dramas intensos através do “belo canto”, o compositor italiano Vincenzo Bellini (1801-1835) seguiu e aprofundou o legado operístico de Gioacchino Rossini…

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Encontros com Marcel Proust: Amor e ciúme, fios da mesma lâmina – Paulo Gustavo

Em seu livro “Proust, os horrores do amor” (não traduzido no Brasil), o filósofo Nicolas Grimaldi nos lembra que na “Busca” o amor é sempre “evocado como uma patologia”.

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O Barbeiro de Sevilha de Rossini, a comédia musical por excelência – Frederico Toscano

Um dos mais bem-sucedidos compositores da história, Gioacchino Rossini (1792-1868) surgiu no início do século XIX como o “salvador” da ópera italiana. Lembrado sobretudo por suas célebres aberturas…

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Causos Paraibanos: Argonautas Paroquiais – Clemente Rosas

Éramos adolescentes, por volta dos quinze anos, eu e meu irmão, quando fomos convidados para um passeio de barco especial: pelos autores do convite – dois padres – e pelo destino – um convento de freiras…

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Encontros com Marcel Proust: Estilo e Precisão – Paulo Gustavo

Sobre Proust corre a fama — não sem razão — de ser um autor de longos períodos e extensas frases. Frases à tiroir, frases que se engavetam umas nas outras, também chamadas de frases-centopeia.

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Don Giovanni de Mozart, a ópera das óperas – Frederico Toscano

O compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) é uma figura ímpar na história da ópera. Outros grandes mestres, entre eles Giuseppe Verdi (1813-1901) e Richard Wagner (1813-1883), deixaram sua marca exclusivamente na ópera…

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Encontros com Proust: muito além da memória – Paulo Gustavo

Como costuma ocorrer com diversos grandes autores, também com Proust acontecem inúmeras simplificações. O gosto popular (no sentido mais amplo desse adjetivo) opera por redução como se fascinado por pontas de iceberg.

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Memórias de um leitor VII – Fernando da Mota Lima

Os livros foram meus agentes civilizadores, também os modelos éticos incogitáveis no ambiente em que vivi. É provavelmente por essa razão que sempre me senti a pessoa errada no lugar errado, no tempo errado, na família errada, no país errado.

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Introdução à ópera – Frederico Toscano

A ópera é vista como puro exagero até por fãs apaixonados da música clássica. Afinal, há melhor termo para uma arte que une enredos intrincados, textos incompreensíveis, orquestração enfática, interpretação hiperbólica, encenação exótica e cantores temperamentais?

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Encontros com Proust – Segundo Encontro: “Um Nilo da linguagem” – Paulo Gustavo

Muita gente supõe que a obra Em busca do tempo perdido é um conjunto de sete romances. Nada mais equivocado. A Busca é um único e grande romance, dividido em sete volumes.

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Memórias de um leitor VI – Fernando da Mota Lima

Minha politização coincidiu com o barateamento mercadológico das obras de esquerda, quando não sua pura e simples supressão imposta pela ditadura. Devido a isso, pude adquirir a preço de banana, como reza o lugar comum, obras de Lukács…

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Causos Paraibanos: Histórias de Bichos 2 – Clemente Rosas

É claro que não foram apenas animais silvestres que alegraram minha infância. Além da criação de coelhos e porquinhos da Índia, e da convivência temporária com criaturas mais exóticas, tivemos estreito contato com caninos…

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Encontros com Marcel Proust I – Paulo Gustavo

Durante muito tempo, não li Proust. Sinto não ter tido um mestre que tivesse me dito: “Leia Proust”. Mas esse mestre curiosamente apareceu na figura de um jovem e amadurecido estudante de Letras, hoje autor de um belo livro de contos, Pedro Moura…

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Memórias de um leitor V – Fernando da Mota Lima

Foi quando esse clima ideológico estava ainda se esboçando na minha vida pessoal que li Crimes de guerra no Vietnam. Diria simplesmente que representou um choque mental e ideológico na minha vida.

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Causos Paraibanos – Histórias de Bichos – Clemente Rosas

Administrador das fazendas Manjereba e Mumbaba, da Companhia de Tecidos Paraibana, na Zona da Mata, além da sua própria, no Agreste, meu pai tinha contato frequente com animais, domésticos ou silvestres.

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Causos Paraibanos – Velhas Professoras – Zuzica – Clemente Rosas

Esta era famosa pela severidade. Maria José Gouveia era o seu nome, mas o apelido familiar chegou às salas de aula, muito embora nós, alunos, não fôssemos autorizados a tratá-la assim. Uma de suas auxiliares, excepcionalmente mansa, a chamava de Madrinha Zica.

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