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Penso, logo duvido.

Norma de Bellini, a tragédia de uma paixão proibida – Frederico Toscano

Mestre do chamado bel canto, a arte de expressar dramas intensos através do “belo canto”, o compositor italiano Vincenzo Bellini (1801-1835) seguiu e aprofundou o legado operístico de Gioacchino Rossini…

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Encontros com Marcel Proust: Amor e ciúme, fios da mesma lâmina – Paulo Gustavo

Em seu livro “Proust, os horrores do amor” (não traduzido no Brasil), o filósofo Nicolas Grimaldi nos lembra que na “Busca” o amor é sempre “evocado como uma patologia”.

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O Barbeiro de Sevilha de Rossini, a comédia musical por excelência – Frederico Toscano

Um dos mais bem-sucedidos compositores da história, Gioacchino Rossini (1792-1868) surgiu no início do século XIX como o “salvador” da ópera italiana. Lembrado sobretudo por suas célebres aberturas…

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Causos Paraibanos: Argonautas Paroquiais – Clemente Rosas

Éramos adolescentes, por volta dos quinze anos, eu e meu irmão, quando fomos convidados para um passeio de barco especial: pelos autores do convite – dois padres – e pelo destino – um convento de freiras…

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Encontros com Marcel Proust: Estilo e Precisão – Paulo Gustavo

Sobre Proust corre a fama — não sem razão — de ser um autor de longos períodos e extensas frases. Frases à tiroir, frases que se engavetam umas nas outras, também chamadas de frases-centopeia.

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Don Giovanni de Mozart, a ópera das óperas – Frederico Toscano

O compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) é uma figura ímpar na história da ópera. Outros grandes mestres, entre eles Giuseppe Verdi (1813-1901) e Richard Wagner (1813-1883), deixaram sua marca exclusivamente na ópera…

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Encontros com Proust: muito além da memória – Paulo Gustavo

Como costuma ocorrer com diversos grandes autores, também com Proust acontecem inúmeras simplificações. O gosto popular (no sentido mais amplo desse adjetivo) opera por redução como se fascinado por pontas de iceberg.

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Memórias de um leitor VII – Fernando da Mota Lima

Os livros foram meus agentes civilizadores, também os modelos éticos incogitáveis no ambiente em que vivi. É provavelmente por essa razão que sempre me senti a pessoa errada no lugar errado, no tempo errado, na família errada, no país errado.

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Introdução à ópera – Frederico Toscano

A ópera é vista como puro exagero até por fãs apaixonados da música clássica. Afinal, há melhor termo para uma arte que une enredos intrincados, textos incompreensíveis, orquestração enfática, interpretação hiperbólica, encenação exótica e cantores temperamentais?

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Encontros com Proust – Segundo Encontro: “Um Nilo da linguagem” – Paulo Gustavo

Muita gente supõe que a obra Em busca do tempo perdido é um conjunto de sete romances. Nada mais equivocado. A Busca é um único e grande romance, dividido em sete volumes.

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Memórias de um leitor VI – Fernando da Mota Lima

Minha politização coincidiu com o barateamento mercadológico das obras de esquerda, quando não sua pura e simples supressão imposta pela ditadura. Devido a isso, pude adquirir a preço de banana, como reza o lugar comum, obras de Lukács…

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Causos Paraibanos: Histórias de Bichos 2 – Clemente Rosas

É claro que não foram apenas animais silvestres que alegraram minha infância. Além da criação de coelhos e porquinhos da Índia, e da convivência temporária com criaturas mais exóticas, tivemos estreito contato com caninos…

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Encontros com Marcel Proust I – Paulo Gustavo

Durante muito tempo, não li Proust. Sinto não ter tido um mestre que tivesse me dito: “Leia Proust”. Mas esse mestre curiosamente apareceu na figura de um jovem e amadurecido estudante de Letras, hoje autor de um belo livro de contos, Pedro Moura…

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Memórias de um leitor V – Fernando da Mota Lima

Foi quando esse clima ideológico estava ainda se esboçando na minha vida pessoal que li Crimes de guerra no Vietnam. Diria simplesmente que representou um choque mental e ideológico na minha vida.

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Causos Paraibanos – Histórias de Bichos – Clemente Rosas

Administrador das fazendas Manjereba e Mumbaba, da Companhia de Tecidos Paraibana, na Zona da Mata, além da sua própria, no Agreste, meu pai tinha contato frequente com animais, domésticos ou silvestres.

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Causos Paraibanos – Velhas Professoras – Zuzica – Clemente Rosas

Esta era famosa pela severidade. Maria José Gouveia era o seu nome, mas o apelido familiar chegou às salas de aula, muito embora nós, alunos, não fôssemos autorizados a tratá-la assim. Uma de suas auxiliares, excepcionalmente mansa, a chamava de Madrinha Zica.

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Causos Paraibanos – Velhas Professoras – Adamantina Neves – Clemente Rosas

Na minha infância, além dos grupos escolares públicos, de bom nível, não havia colégios particulares para o ensino das primeiras letras. Somente professoras.

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Memórias de um leitor IV – Fernando da Mota Lima

Sentia-me como se encontrasse no espelho da realidade ficcional meu outro que não somente povoava a solidão da minha adolescência intransparente, mas também me reacomodava nas linhas turvas de minhas irresoluções existenciais.

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CAUSOS PARAIBANOS XI – O Peru de Natal Extraviado – Clemente Rosas

Dos irmãos de meu avô paterno, Joca Viriato, Tonico e Álvaro, conheci apenas o último, que viveu seus últimos anos na vila portuária de Cabedelo, onde tínhamos casa de praia.

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Memórias de um leitor III – Fernando da Mota Lima

Esperar o trem, na imaginação de tantas vidas áridas, era figurar no improvável a esperança de uma outra ordem de vida, era fabular o real factível sem, contudo, ser ficcionista, tão ausente era a ficção literariamente compreendida num mundo ancorado na tradição oral.

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Memórias de um leitor II – Fernando da Mota Lima

A chave da estante e a solidão fruída na cadeira de balanço da varanda à sombra do sol e da rotina sem alma fundaram o paraíso secreto que me converteu para sempre num explorador do mundo reinventado pela literatura.

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Memórias de um leitor I – Fernando da Mota Lima

Comecei a ver e decifrar o mundo dos símbolos a partir do dia em que abri a estante e estendi a mão da intuição cega em direção ao primeiro livro que removi da estante e comecei a ler. Já não me lembro qual foi. O que sei é que a partir daquele momento um mundo incogitável e maravilhoso se apossou da minha imaginação.

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E existiu uma cidade chamada Aleppo … – Helga Hoffmann

“Estamos cercados de todo lado, já nada pode nos salvar. A morte cai do céu. Lembrem-se que existia uma cidade chamada Aleppo, e que o mundo a apagou do mapa e da história.”

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A música contemporânea (1900 até a atualidade) – Frederico Toscano

Terminando nossa viagem sobre a história da música erudita, conversaremos neste artigo sobre a produção musical mais recente, também chamada de “música moderna” ou “música contemporânea”.

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O praça que amava serpentes – Clemente Rosas

Quando, já no meu segundo ano de Faculdade de Direito, resolvi prestar serviço militar, recusando, tanto o “jeitinho” brasileiro para escapar da incorporação, como a opção pelo CPOR, que me exigiria dois anos no Recife, configurei um caso raro em nossas Forças Armadas.

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Lenços Vermelhos — da série Causos Paraibanos – Clemente Rosas

As dissenções que dilaceraram a Paraíba, por ocasião do movimento da Aliança Liberal e da Revolução de 1930, deixaram marcas profundas, que persistem até hoje.

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Causos Paraibanos VIII – Mestre Pititinga e sua “Gaivota” – Clemente Rosas

Em língua tupi, a palavra quer dizer “pele branca”. Nunca soube se era seu nome de registro ou apelido, mas não lhe destoava.

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Causos Paraibanos VII – O Governador visita Caiçara – Clemente Rosas

Era esse o nome da fazenda, aparecendo como tal num pequeno ponto do mapa da Paraíba.

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O nacionalismo na música (1830-1950) – Frederico Toscano

Boa parte da música do Classicismo e do Barroco possui um estilo que não pode ser facilmente classificado como de um único país; os estilos…

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Causos Paraibanos VI – Clemente Rosas

Ao iniciar-se a década de 1950, o cangaceirismo já havia sido extinto no Nordeste doze anos antes, com o extermínio do bando de Lampião.

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