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Penso, logo duvido.

Os Voluntários da Paz – Ivanildo Sampaio

Foi em 1965, ainda estudante e estagiário, sob a ditadura do marechal Castelo Branco e coberto de má vontade, que fui escalado para  fazer uma reportagem sobre a presença do Peace Corps em Pernambuco…

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No tempo dos discos voadores – Ivanildo Sampaio

Pode parecer ficção, mas já houve um tempo em que grande parte das famílias brasileiras acreditava na existência de discos voadores. Ou de OVNIs – Objetos Voadores Não Identificados, que surgiam e desapareciam no céu,

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Memórias de Redação: O Último Trem do Sertão – Ivanildo Sampaio

De Sertânia a Salgueiro, a velha locomotiva parecia ainda mais cansada e mais lenta – vencendo o chão seco do Sertão, serpenteando pelo meio da caatinga, até encostar, finalmente, na derradeira estação do percurso.

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Memórias da Redação: O Nike Bar – Ivanildo Sampaio

Foi numa sexta-feira quente de verão que Adolfo Bloch baixou no Nike. Vinha possesso. Procurava um mecânico que deveria estar no plantão das oficinas e que alguém informou que certamente ele estava no Nike Bar.

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Memórias de Redação –  Voo cego –  Ivanildo Sampaio

Naquele verão de 1970 fui escalado para produzir um suplemento tablóide de 32 páginas, sobre o Estado do Mato Grosso, a ser encartado na edição nacional da Revista Manchete.

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Memórias de Redação – Rua do Russel, 804, Praia do Flamengo –  Ivanildo Sampaio

Não dá para esquecer a efervescência que era a redação da Manchete, localizada na Rua do Russel, 804, Praia do Flamengo, Rio de Janeiro, no final daqueles anos 60.

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 Memórias de redação – Ivanildo Sampaio

Li, dia desses, num site de menor importância, uma nota pequena e perdida que falava de Adolfo Bloch, um judeu ucraniano que chegou ainda garoto no Brasil e que fundou e dirigiu uma das maiores editoras…

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