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Penso, logo duvido.

Causos Paraibanos: Argonautas Paroquiais – Clemente Rosas

Éramos adolescentes, por volta dos quinze anos, eu e meu irmão, quando fomos convidados para um passeio de barco especial: pelos autores do convite – dois padres – e pelo destino – um convento de freiras…

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Causos Paraibanos: Histórias de Bichos 2 – Clemente Rosas

É claro que não foram apenas animais silvestres que alegraram minha infância. Além da criação de coelhos e porquinhos da Índia, e da convivência temporária com criaturas mais exóticas, tivemos estreito contato com caninos…

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Causos Paraibanos – Histórias de Bichos – Clemente Rosas

Administrador das fazendas Manjereba e Mumbaba, da Companhia de Tecidos Paraibana, na Zona da Mata, além da sua própria, no Agreste, meu pai tinha contato frequente com animais, domésticos ou silvestres.

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Causos Paraibanos – Velhas Professoras – Zuzica – Clemente Rosas

Esta era famosa pela severidade. Maria José Gouveia era o seu nome, mas o apelido familiar chegou às salas de aula, muito embora nós, alunos, não fôssemos autorizados a tratá-la assim. Uma de suas auxiliares, excepcionalmente mansa, a chamava de Madrinha Zica.

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Causos Paraibanos – Velhas Professoras – Adamantina Neves – Clemente Rosas

Na minha infância, além dos grupos escolares públicos, de bom nível, não havia colégios particulares para o ensino das primeiras letras. Somente professoras.

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CAUSOS PARAIBANOS XI – O Peru de Natal Extraviado – Clemente Rosas

Dos irmãos de meu avô paterno, Joca Viriato, Tonico e Álvaro, conheci apenas o último, que viveu seus últimos anos na vila portuária de Cabedelo, onde tínhamos casa de praia.

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O praça que amava serpentes – Clemente Rosas

Quando, já no meu segundo ano de Faculdade de Direito, resolvi prestar serviço militar, recusando, tanto o “jeitinho” brasileiro para escapar da incorporação, como a opção pelo CPOR, que me exigiria dois anos no Recife, configurei um caso raro em nossas Forças Armadas.

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Lenços Vermelhos — da série Causos Paraibanos – Clemente Rosas

As dissenções que dilaceraram a Paraíba, por ocasião do movimento da Aliança Liberal e da Revolução de 1930, deixaram marcas profundas, que persistem até hoje.

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Causos Paraibanos VIII – Mestre Pititinga e sua “Gaivota” – Clemente Rosas

Em língua tupi, a palavra quer dizer “pele branca”. Nunca soube se era seu nome de registro ou apelido, mas não lhe destoava.

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Causos Paraibanos VII – O Governador visita Caiçara – Clemente Rosas

Era esse o nome da fazenda, aparecendo como tal num pequeno ponto do mapa da Paraíba.

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Causos Paraibanos VI – Clemente Rosas

Ao iniciar-se a década de 1950, o cangaceirismo já havia sido extinto no Nordeste doze anos antes, com o extermínio do bando de Lampião.

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Causos Paraibanos V – Clemente Rosas

Em seus últimos anos de vida, os filhos já tendo tomado destino, Joca Viriato vivia só, na modesta casa grande da Utinga. Quando meu avô foi visitá-lo, um dia, perguntou se ele, com tantos inimigos, conquistados com suas brabezas e impetuosidades, não temia um possível atentado.

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Causos Paraibanos IV – Clemente Rosas

O coronel da Guarda Nacional Assunção Santiago foi um antepassado remoto do meu pai, de quem tenho memória apenas do nome e do episódio inusitado que aqui reporto.

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Causos Paraibanos III – Clemente Rosas

A propriedade chamava-se Ângelo, ou “Anjo”, na língua dos matutos. Ficava no município de Ingá, conhecido como Ingá do Bacamarte, terra dos pistoleiros Zé de Totô e Mané Anjo

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Causos Paraibanos – II – Clemente Rosas

Nos idos de 1930, minha família era constituída, essencialmente, de partidários ou simpatizantes da Aliança Liberal. Avô paterno, secretário de finanças do presidente João Pessoa. Avô materno…

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Causos Paraibanos – Clemente Rosas

Antônio Madalena não havia chegado ao requinte dos malandros Rinconete e Cortadilho, personagens das Novelas Exemplares de Cervantes, que cobravam antecipadamente parte dos “trabalhos”, e tinham uma tabela de preços para os malfeitos, segundo o grau de importância

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