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Penso, logo duvido.

Luiz Otávio Cavalcanti

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Luiz Otávio Cavalcanti

Foi Secretário de Planejamento e Urbanismo da prefeitura do Recife, Secretário da Fazenda de Pernambuco, Secretário de Planejamento de Pernambuco, Diretor superintendente do Diário de Pernambuco, Diretor presidente da Faculdade Santa Maria. No âmbito federal atuou como Coordenador nacional de Regiões Metropolitanas (Conselho Nacional de Desenvolvimento Urbano – CNDU) no Ministério do Interior, em Brasília (1981/83);

Auditor fiscal do Estado (Pernambuco), por concurso, em 1968.

Livros publicados: Economia Criativa, Editora Bagaço, Recife, 2014; História política de Pernambuco, Editora Nossa Livraria, 2010; História da Conciliação no Brasil, Editora Bagaço, 2008; Cidadania e responsabilidade social, Ex Libris, 2006; Como a Corrupção Abalou o Governo Lula, Ediouro, Rio, 2005; Administradores, quem somos nós ?, Editora Bagaço, 2005; O que é o governo Lula ?, Editora Landy, São Paulo, 2002 e Nassau, esmalte flamengo, Editora Nossa Livraria, 2000.

Atualmente, além de consultor empresarial atua como professor na Faculdade Joaquim Nabuco nas disciplinas Gestão da Negociação, Políticas Públicas e Educação, e de Meio Ambiente e Sociedade; Processo Decisório e Gestão da Qualidade; Direitos e Cidadania e de Política Educacional. É o atual presidente da Fundação Joaquim Nabuco.

É membro do Movimento Ética e Democracia

 

Um Comentário

  1. GANHO SECUNDÁRIO
    Meraldo Zisman
    Médico Psicoterapeuta

    Ganho secundário é o termo usado na Psicologia e na Medicina para se referir a benefícios que um transtorno ou doença pode fornecer ao paciente e que possa justificar seu desejo em continuar doente.
    A importância para o Brasil da Operação Lava Jato é indiscutível e trará outros benefícios além dos apregoados. Sou um esperançoso de que nosso país saia mais amadurecido dessa situação.
    Os depoimentos dos delatores da Lava Jato sobrevêm de ser o novo astro midiático. E os envolvidos, alguns deles, aparecem tão seguros e lampeiros que mais parecem âncoras da comunicação televisiva. Tudo bem. Publiquem. Transmitam. Mostrem. Mas, lembrem-se de que o tempo de televisão é muito caro. Não se deve desperdiçá-lo com monoassuntos.
    Costumo afirmar que nenhuma nação é uma ilha, completa em si própria; cada país faz parte de um conjunto de todo este pequeno planeta que habitamos. Não devemos esquecer que, por maior que seja um estado-nação, ele está inserido no mundo, antes e depois da globalização. O que lamento, e acredito que não está devidamente destacado é o que está ocorrendo lá fora.
    Essa mania de permanecermos olhando para o próprio umbigo é péssima. Permanecer olhando exclusivamente para essa reentrância abdominal é imaturidade para não dizer, criancice. Por que a mídia brasileira não aproveita a sensibilização da população com a Lava Jato e passa a ser uma fonte de maiores esclarecimentos do que está ocorrendo também lá fora, além de esperar por detonações e explosões de furo de reportagem, como no caso acontecido agora na França.
    O brasileiro esquece ou não sabe que a importância do país poderá ser revertida também lutando contra o desconhecimento do povo envolvendo a política externa. As mudanças não são mais individuais, entre pessoas, e muito menos entre nações.
    Sem desejar dar uma de patriotada tupiniquim, enfatizo:
    A Lava Jato poderá servir também para ser um grande empurrão para deixarmos de vez essa lenga-lenga de sermos o eterno país do futuro. Ajudem o Brasil, senhores empresários da imprensa, independentemente de sua ideologia a(?)* crescer. A tecnologia está aí para ajudar as pessoas, e a nossa mídia não faz vergonha, tecnicamente, a ninguém. Sem imprensa livre, honesta, soberana inexiste democracia. Reconhecer o óbvio é muito difícil e tornou-se chocantemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade (Albert Einstein).

    23/4/2017

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