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Penso, logo duvido.

Livre Pensar. – David Hulak

The Rain Room – MOMA.

The Rain Room – MOMA.

David Hulak

Cinco de fevereiro. Deu chabu, ao som retrô da banda dos Queens.

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Nossa Helmana teria levado palmadas quando cliança?  Agora não dá mais, apesar de nossos vizinhos não telem uma Ley Malia de la Peña.

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Satya Nadella, chefão da Microsoft datou. Em 2025 não haverá mais canetas. Eu já me arrependi de anos atrás não ter guardado a Parker que ganhei aos 13 anos. Adianta estocar as minhas Bic Escrita Fina? Como fazer para que elas não ressequem? No Réveillon de 2024 terei que avoá-las no mato? Ou no Mar Oceano, esperando que Iemanjá, desavisada do vaticínio, as receba?

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Por falar em Satya, deu na imprensa que, nos EUA, Universidades que não tem muito o que fazer estão pesquisando como chamar quem não se sente homem nem mulher. E não tem nada com orientação sexual, que é lance de puro assanhamento. É um problema de sentimento de não pertinência. Nem He nem She. It é para Coisas. Mais uma oportunidade para o mundo se curvar diante do Brasil. É só juntar pedaços dos nomes da mãe e do pai, ou mesmo com a atual gênese mitrocondriana dos três, o que aqui já dá solução para insatisfação de gênero.

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Quando vivo e bulindo, Osama – eu  eu disse Osama, gente – em uma de suas diatribes disse que deveria haver vingança por conta das Cruzadas e da expulsão da península ibérica.

Agora, parece, tem seus sequazes que querem vingança pelos Autos de Fé em praça pública do velho Torquemada. Ainda bem que por aqui, no tal Ocidente, não há mais pena de morte, tirante algumas piedosas injeções letais.

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Será que no sábado Veja e Carta Capital terão capas curitibanas onde não há carnaval? Eu vou comprar ambas quando vier do Galo.

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