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Penso, logo duvido.

O Gênio numa casca de noz – Editorial

Editorial

Stephen Hawking libertou-se da poderosa força de gravidade do “buraco negro” e se lançou em nova aventura pelo universo.

STEPHEN HAWKING (1942-2018).

“Mesmo as pessoas que dizem que tudo está predeterminado e que não podemos fazer nada para mudá-lo, olham para os dois lados antes de atravessar a rua”.

“Inteligência é a capacidade de se adaptar à mudança”.

“Somos apenas uma estirpe avançada de macacos em um planeta menor de uma estrela muito comum. Mas podemos entender o universo. Isto nos torna muito especiais”.

“O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, é a ilusão do conhecimento”

STEPHEN HAWKING (1942-2018)

4 Comments

  1. O principal livro de Hawking é o conhecidíssimo “Uma Breve História do Tempo” -do big bang aos buracos negros- lançado em 1988, sendo traduzido no Brasil em 1990. Um outro excelente livro do autor é “O Universo numa Casca de Noz” lançado e traduzido em 2001. Existe também na “praça” a tradução de “Buraco Negro” -Palestras da BBC Reith Lectures de 2016. Para os leigos (eu inclusive)O Universo numa Casca de Noz traz muitos desenhos coloridos que facilitam o entendimento (sic) do Universo.
    O humor inglês aparece em várias passagens do “Universo”, como na página 132 que mostra uma aposta científica de Hawking com John Preskill & Kip Thorne. Tá lá, para quem quiser ver, apenas a digital de um gênio que só dominava o cérebro, e que cérebro!

  2. Como sempre, Joao, o equilíbrio é o tom do texto. Desta vez, salpicado de sensibilidade.

  3. Tenho uma prima que morreu de Esclerose Lateral Amiotrófica. Morreu há dois anos e tinha passado os últimos três morando no hospital Português do Recife. Lúcida até o fim, assistia televisão. As filhas – lindas, lindas – passavam para vê-la quando iam a uma festa para levantar o astral. O pai dela morreu da mesma doença, numa agonia mais lenta, que durou dez anos, dos quais apenas o último foi de encapsulamento dentro do próprio corpo. O caso de Hawking é mesmo excepcional, como tudo que dizia respeito a ele. Viveu com essa maldita doença por mais de 50 anos. Outro paciente famoso que sucumbiu a um processo rápido foi o extraordinário historiador Tony Judt. Hawking foi uma figuraça. Conseguiu fazer da vida uma coisa grande apesar das limitações enlouquecedoras. Todo dia penso no que faria se padecesse de um infortúnio parecido. Sei que ninguém quer se desapegar da vida, por piores que sejam as circunstâncias. Mas estou convencido de que a morte não é a pior das coisas. Pior é receber visitas e ler nos olhos do visitante a comiseração e a piedade.E não poder mandá-lo para a PQP. Mas, enfim, isso é só uma reflexão de bar por escrito. Hoje é quinta-feira, só compareço à Será no dia 29-30 e vou aproveitar o fim de tarde para sair por aí e tomar umas cervejas enquanto posso. Brindarei a Viviane, Hawking, Judt e a todos que estejam vivendo o calvário dessa doença. Estranham o longo texto? Eu também. Isso se chama São Paulo, terra onde é difícil descolar alguém legal para uma cerveja de fim de tarde para celebrar a chegada do outono.

  4. Sabias palavras! A ilusão de conhecimento é sem dúvidas uma grande barreira pra que possamos sair do conforto ou se adaptar a qualquer situação.

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