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Penso, logo duvido.

Most Recent Articles

Bachianas Brasileiras nº 5 de Villa-Lobos, um clássico dos trópicos – Frederico Toscano

Incrivelmente prolífico, o carioca Heitor Villa-Lobos (1887-1959) era um personagem exuberante, tendo alcançado o status de maior compositor na música clássica brasileira.

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Hebdomadário da Corte XXXI – Luciano Oliveira

Um dos meus cinco leitores sugeriu-me que abordasse nessa série de reflexões sobre a democracia a distinção entre legalidade e legitimidade. Como se sabe (todo estudante de direito aprende isso logo nas primeiras aulas), nem tudo que é legal é legítimo, e nem tudo que é legítimo é legal.

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Escola das facas – Luiz Otavio Cavalcanti

Em 1980, o poeta João Cabral de Melo Neto publicou livro no qual consta o poema A Escola das Facas. O poema começa assim…

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Estado e Desigualdade – Jorge Jatobá

A desigualdade é, de longa data, um estigma brasileiro. Somos o quinto país mais desigual do mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). O Estado que   concebe e executa, bem ou mal, políticas para reduzi-la, tem, todavia, também contribuído para ampliá-la.

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A miséria da política – Sergio C. Buarque

Que país desgraçado é este – social e politicamente -no qual os candidatos disputam o voto prometendo conceder favores e benefícios individuais aos eleitores, e não medidas para o desenvolvimento nacional? Socialmente, porque persistem as carências que levam o eleitor a conceder seu voto aos seus benfeitores…

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A carta da falsificação – Editorial

De uma cela na Polícia Federal, onde está preso, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva não perde a oportunidade de falsificar a realidade e desqualificar as instituições democráticas do Brasil.

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Hebdomadário da Corte XXX – Luciano Oliveira

A democracia como um regime que acolhe a legitimidade do debate sobre o legítimo e o ilegítimo é um mote tantas vezes repetido na obra de Claude Lefort que o nosso José Guilherme Merquior, num livro sobre o marxismo ocidental, o qualificou de “prolixo”.

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E agora, de repente, a ONU manda no Brasil? – Helga Hoffmann

Porque será que o Comitê de Direitos Humanos da ONU lembrou que esta semana era de registro de candidaturas presidenciais no Brasil? A ONU, depois de vários anos de esforço e muitas reuniões em que se envolveu o Enviado Especial da ONU para a Síria, o ítalo-sueco Staffan de Mistura…

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Uma sociedade pedinte – Teresa Sales

Além da indignação contra o descaso dos governos, que são a causa primeira da destruição de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais, o que mais acrescentar?

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Desventuras Náuticas – Clemente Rosas

Volto a falar do mar porque agora, em regresso definitivo à minha querência, eu o tenho por companhia permanente, e na primeira luz dos dias já posso conferir, de minha varanda, seu brilho, sua cor e seus humores.  Na verdade, tenho convivido com ele desde a mais tenra infância. 

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Dor e luz – Fernando Dourado

Em plena manhã desta quinta-feira, 6 de setembro de 2018, despertei ilhado em Oak Park, subúrbio de Chicago. Chovia muito. Esperando que o calor arrefecesse com a água abundante, levantei da cama lentamente para atender ao aviso sonoro, indicativo de que uma mensagem prioritária acabara de entrar.

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Tragédia do imediatismo – Editorial

Nem o passado nem o futuro interessam aos brasileiros. Concentrados na sobrevivência e na fruição do presente, não ligamos para o passado e não olhamos para o futuro. Na verdade, estamos de costas para o futuro.

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Sinfonia da Ressurreição de Mahler, a busca pelo sentido da vida – Frederico Toscano

Em novembro de 2016, o manuscrito da Sinfonia n.º 2 de Gustav Mahler(1860-1911) foi vendido por 4,5 milhões de libras esterlinas, batendo o recorde segundo a Sotheby’s por ser o manuscrito musical mais caro da História.

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Carpeaux, prazer em conhecê-Lo! – Paulo Gustavo

Conheci Otto Maria Carpeaux (quase escusado dizer que por metonímia) em 1980, numa viagem ao Rio de Janeiro. Aos 23 anos, eu mal saíra da adolescência. E ele, o grande autor, mal desaparecera do cenário intelectual brasileiro, uma vez que morrera havia pouco: em 1978.

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Memorias de Redação: “Projeto Aripuanã” – Ivanildo Sampaio

Em meados dos anos 70 do século passado, quando o Mato Grosso ainda era um Estado único – não existia Mato Grosso do Sul – estive lá, diversas vezes, como repórter de um grupo empresarial que já não existe. Encantava-me aquele mundão líquido e verde, escuro e misterioso…

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