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Penso, logo duvido.

Amena Lembrança – Clemente Rosas

Desculpem não ter tido tempo de me despedir de vocês.  Para mim, a porta da outra dimensão abriu-se bruscamente, e não há como recusá-la. 

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Guimarães Rosa: Uma visão não-apologética – Clemente Rosas

A publicação, na Revista Será?, do luminoso artigo de Paulo Gustavo, a propósito dos cinquenta anos da morte de Guimarães Rosa, levou-me a encarar projeto bastante antigo, para cuja realização me vinha faltando coragem. 

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Mães e fadas – Clemente Rosas

Os jornais de João Pessoa talvez tenham estampado magros obituários.  O funeral transcorreu sem muitas lágrimas.  E assim, discretamente como viveu, ao cabo de longa e penosa enfermidade, morreu Maria Luíza, a fada da minha infância.

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João Cezar, Merquior e o Pensamento Brasileiro – Clemente Rosas

Nunca tinha ouvido falar do Professor João Cezar de Castro Rocha, doutor em literatura. Mas o tema de sua palestra – José Guilherme Merquior – me levou à Fundação Joaquim Nabuco no dia 13 passado. 

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Memórias de 1968 – Clemente Rosas

Talvez a proximidade do cinquentenário dos acontecimentos de 1968, “o ano que não terminou”, como o descreveu Zuenir Ventura em seu livro, tenha motivado intelectuais da minha terra a colher depoimentos dos participantes das agitações estudantis na Paraíba…

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Meu sublime torrão – Clemente Rosas

“Meu filho, nunca pergunte a alguém, que você acaba de conhecer, onde ele nasceu.  Para não causar a ele, eventualmente, o constrangimento de ter de dizer que não nasceu na Paraíba!”

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De romancistas, brasileiros e russos – Clemente Rosas

Uma conferência sobre Dostoiévski, proferida no ciclo de palestras que a Fundação Joaquim Nabuco está promovendo, em colaboração com a Fundação Astrojildo Pereira e o Centro Josué de Castro, a pretexto do centenário da Revolução Russa…

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Utinga subsiste! – Clemente Rosas

Dois anos atrás, comecei a escrever os “causos paraibanos”, histórias contadas por meu pai, ou vividas na minha infância.  E os personagens mais ricos dessas histórias talvez tenham sido, ao narrar suas aventuras, meu tio-avô Joca Viriato, senhor do engenho Utinga, e seus descendentes.

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A Memória sem Grilhões – Clemente Rosas

Álvaro Moreyra, em seu livro “As Amargas, Não”, clássico da literatura de reminiscências, conta o diálogo com o seu carcereiro, ao sair de prisão por delito de pensamento, nos turbulentos anos 30 do passado século.

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Causos Paraibanos: Argonautas Paroquiais – Clemente Rosas

Éramos adolescentes, por volta dos quinze anos, eu e meu irmão, quando fomos convidados para um passeio de barco especial: pelos autores do convite – dois padres – e pelo destino – um convento de freiras…

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Quem é do mar não enjoa – Clemente Rosas

Enfim, vencido pela febre do mar de que fala o poeta inglês, e a convite de um amigo velejador, voltei a singrar as ondas, em um barco esbelto e branco como um cisne. Tive ainda uma motivação adicional: o destino era a Praia Formosa…

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Causos Paraibanos: Histórias de Bichos 2 – Clemente Rosas

É claro que não foram apenas animais silvestres que alegraram minha infância. Além da criação de coelhos e porquinhos da Índia, e da convivência temporária com criaturas mais exóticas, tivemos estreito contato com caninos…

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Causos Paraibanos – Histórias de Bichos – Clemente Rosas

Administrador das fazendas Manjereba e Mumbaba, da Companhia de Tecidos Paraibana, na Zona da Mata, além da sua própria, no Agreste, meu pai tinha contato frequente com animais, domésticos ou silvestres.

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Causos Paraibanos – Velhas Professoras – Zuzica – Clemente Rosas

Esta era famosa pela severidade. Maria José Gouveia era o seu nome, mas o apelido familiar chegou às salas de aula, muito embora nós, alunos, não fôssemos autorizados a tratá-la assim. Uma de suas auxiliares, excepcionalmente mansa, a chamava de Madrinha Zica.

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Vaquejadas – Clemente Rosas

A notícia da próxima aprovação de uma Emenda Constitucional dando contorno jurídico à vaquejada como atividade legal, não infratora das disposições condenatórias dos maus tratos aos animais, motivou-me a abordar o tema, objeto de tantas opiniões antagônicas, eivadas de emocionalismo.

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Causos Paraibanos – Velhas Professoras – Adamantina Neves – Clemente Rosas

Na minha infância, além dos grupos escolares públicos, de bom nível, não havia colégios particulares para o ensino das primeiras letras. Somente professoras.

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CAUSOS PARAIBANOS XI – O Peru de Natal Extraviado – Clemente Rosas

Dos irmãos de meu avô paterno, Joca Viriato, Tonico e Álvaro, conheci apenas o último, que viveu seus últimos anos na vila portuária de Cabedelo, onde tínhamos casa de praia.

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No país das Águas – Clemente Rosas

A atividade de consultor de empresas, com foco na conquista de incentivos fiscais para novos investimentos, tem lá seus encantos. Um deles é a oportunidade de viajar, para conhecer os empreendimentos a serem contemplados com o apoio governamental, com a nossa intermediação.

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O praça que amava serpentes – Clemente Rosas

Quando, já no meu segundo ano de Faculdade de Direito, resolvi prestar serviço militar, recusando, tanto o “jeitinho” brasileiro para escapar da incorporação, como a opção pelo CPOR, que me exigiria dois anos no Recife, configurei um caso raro em nossas Forças Armadas.

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Lenços Vermelhos — da série Causos Paraibanos – Clemente Rosas

As dissenções que dilaceraram a Paraíba, por ocasião do movimento da Aliança Liberal e da Revolução de 1930, deixaram marcas profundas, que persistem até hoje.

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Causos Paraibanos VIII – Mestre Pititinga e sua “Gaivota” – Clemente Rosas

Em língua tupi, a palavra quer dizer “pele branca”. Nunca soube se era seu nome de registro ou apelido, mas não lhe destoava.

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Causos Paraibanos VII – O Governador visita Caiçara – Clemente Rosas

Era esse o nome da fazenda, aparecendo como tal num pequeno ponto do mapa da Paraíba.

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Causos Paraibanos VI – Clemente Rosas

Ao iniciar-se a década de 1950, o cangaceirismo já havia sido extinto no Nordeste doze anos antes, com o extermínio do bando de Lampião.

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Moedeiros Falsos – Clemente Rosas

Les faux monnayeurs. É o título de um livro em que o escritor francês André Gide faz duras críticas à hierarquia da Igreja Católica do seu tempo. O rótulo me ocorre agora, com a leitura do artigo do…

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Marília E Clarice – Clemente Rosas

Há quatro anos, por comentário do meu amigo W. J. Solha, tive notícia de Marília Arnaud, nossa conterrânea, contista já consagrada, que estreava no romance com o seu “Suíte de Silêncios”.

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Vida de cinema: Notas sobre uma autobiografia contemporânea – Clemente Rosas

A leitura do livro de memórias de Cacá Diegues, com esse sugestivo título, fez-me recordar o tempo em que convivi com ele, em minha breve temporada carioca, como vice-presidente da União Nacional dos…

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O Ensino da Língua Portuguesa – Clemente Rosas

O debate esfriou, a questão parece esquecida. Com meu estilo de deixar amadurecer os problemas para enfrentá-los, talvez tenha perdido a oportunidade de dar alguma contribuição ao tema.

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Em algum lugar do passado – Clemente Rosas

O escritor Aníbal Machado, pai da teatróloga e mestra em ficção infantil Maria Clara Machado, e irmão de Cristiano Machado, candidato dos comunistas à presidência da república em 1950, constitui um caso…

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A hora do revisionismo 5 – Educação: a linha justa – Clemente Rosas

Temos visto que a sociedade de hoje não se enquadra nos modelos simplórios formulados em nossos tempos de sonho e de esperança.

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A Hora do Revisionismo 3 – Os Novos Deserdados – Clemente Rosas

Comecemos por recordar o conceito marxista do “exército operário de reserva”, responsável por manter o nível de remuneração do proletariado industrial no mínimo necessário à sua sobrevivência.

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