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Penso, logo duvido.

Cartas ao Editor – Luciano Oliveira

Fico lisonjeado com a saudade dos nossos leitores (“Queremos Luciano! Queremos Luciano! Queremos Luciano!” [ahahahahah…]), e mais ainda com a sua.

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Sartre de Beauvoir – Luciano Oliveira

Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir formaram durante meio século um casal mágico para minha geração – aquela que nos anos 60 descobriu o marxismo, encantou-se com a revolução cubana e deu de…

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Brilhante Ustra e a verdade mais uma vez sufocada – Luciano Oliveira

Soube há coisa de um mês que um livro do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra – comandante do DOI-CODI paulista entre 1970 e 1974 –, A Verdade Sufocada, estava na lista dos mais vendidos…

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Eu e a Ditadura Militar: Os dias em que não fui herói III – Luciano Oliveira

Terminei o relato passado falando do medo que senti ao ser intimado para prestar esclarecimentos à Polícia Federal.

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Eu e a Ditadura Militar. Os dias em que não fui herói II – Luciano Oliveira

No primeiro dessa série de artigos relatando eventos que se passaram comigo durante a ditadura militar, fiz uma confissão de pusilanimidade, ao não me solidarizar com um colega de faculdade…

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Eu e a Ditadura Militar: Os dias em que não fui herói I – Luciano Oliveira

Conversas recentes com um velho amigo e professor da Universidade Federal de Sergipe, Afonso Nascimento, têm revirado minha memória e feito virem à tona acontecimentos do tempo em que…

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A Caixa das Maçãs Podres. Breve notícia sobre um livro que precisa ser (mais) conhecido – Luciano Oliveira

Marcelo Barros é um delegado de polícia que escuta Pink Floyd, lê Hannah Arendt e vê os filmes de Lars Von Trier.

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Na polis, só o que aparece, é; e nem tudo o que é pode aparecer – Luciano Oliveira

Nas últimas semanas, assustado com a “tagarelice democrática” que ensurdeceu a sensatez no país, mais de uma vez senti o impulso de escrever alguma coisa.

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EXPRESSO BRASÍLIA: Uma história pouco conhecida da nossa Babilônia – Luciano Oliveira

Luciano Oliveira Nunca me esqueci dos três nomes mágicos que enfiei na cabeça para fazer uma prova de história, quando era menino: Quéops, Quéfren e Miquerinos. As três grandes pirâmides do Egito. Nunca me esquecerei também do épico Os 10 Mandamentos, de Cecil B. de Mille (assistido pela primeira vez por essa época), onde escravos judeus construíam um daqueles monumentos vergados sob o peso das pedras e das chicotadas dos feitores. Num determinado momento, uma velhinha que passa graxa nos trilhos de remoção dos imensos “tijolos” fica presa entre um enorme bloco de pedra e um buraco onde ele deve se encaixar. Salvá-la significaria atrasar os trabalhos. O feitor não hesita e manda os escravos continuarem a puxar a gigantesca pedra. A velhinha será esmagada. E daí? É mais uma entre os milhares de trabalhadores substituíveis. Aí chega Charlton...

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“Não se diz tudo ao marido” O feminismo não feminista de Conceição Lafayette – Luciano Oliveira

Conceição Lafayette é professora do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco…

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Um Defeito de Cor: um romance de formação – Luciano Oliveira

Os que pertencem à minha geração, aquela que se formou intelectual e politicamente nos anos 1960, conhecem a expressão e o charme de sua designação…

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