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Penso, logo duvido.

Além da JBS – Luiz Otavio Cavalcanti

Compare-se Votorantim e JBS. Um tem itinerário árduo de mais de cinquenta anos de trabalho. Outro tem dez anos de improvável construção. Um tem sistema de governança regulamentado. Outro tem esquema de patrimonialismo revogado.

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A ferradura do general – Luiz Otavio Cavalcanti

A polarização é a mãe do radicalismo. Reduzindo espaço de construção institucional. E empobrecendo alternativas de entendimento político. Mas, no Brasil, nem sempre foi assim.

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Sinais precursores – Luiz Otavio Cavalcanti

Emmanuel Macron vai ao segundo turno. Tendo sido o mais votado no primeiro turno da eleição presidencial francesa.

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Brasil: a terceira República – Luiz Otavio Cavalcanti

A experiência da República francesa é pedagógica. Para o Brasil. A comparação entre características políticas dos dois países é útil. E sugere alternativas próximas, aquém e além do trópico, na equação institucional.

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A síntese – Luiz Otavio Cavalcanti

O artigo de Sérgio Buarque sobre socialismo e liberalismo merece atenção. Porque refere as duas grandes escolhas políticas que penetraram no tempo social do século XXI. E porque estimula, a meu ver, olhar contributivo.

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A odisseia de Temer – Luiz Otavio Cavalcanti

A Odisseia de Homero é um dos grandes poemas épicos da Grécia Antiga. Escrito no século VII a. C., descreve a saga de Ulisses (Odisseu), na volta para casa após a guerra de Troia.

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Populismo caipira – Luiz Otavio Cavalcanti

A história é mestra. No século XVIII, a Revolução Francesa foi reação a uma realeza inconsciente descolada da realidade. No século XX, a desagregação da União Soviética foi reflexo do processo de liberalização política que dominou a Europa nos anos 80.

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Confiança – Luiz Otavio Cavalcanti

Cenário da economia brasileira no final de 2017: crescimento do PIB de até 2%; inflação de 5%; taxa de juros de 9,5%; desemprego declinante. Improvável? Talvez não. Com a política ajudando a economia, dá.

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Combate à desigualdade – Luiz Otavio Cavalcanti

A globalização atesta fim e começo. Fim do ciclo industrial. Começo da era da informação. Mas a perspectiva enseja a pergunta: a nova configuração produtiva ajuda a atenuar o problema do desemprego?

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A pinguela – Luiz Otavio Cavalcanti

Olhando de perto, parece pinguela. Olhando de longe, pode ser travessia. Ambas envolvem um rito de passagem. Com suas formalidades. E conveniências.

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Cor do século XXI – Luiz Otavio Cavalcanti

Esquerda ou direita. Não importa. Importa a política virtuosa que associe regulação econômica, mediação social e viabilidade fiscal. Este é o trinômio que define o Estado no século XXI.

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PEC da qualidade do gasto – Luiz Otavio Cavalcanti

Primeiro: o Estado brasileiro não serve à sociedade. O Estado brasileiro serve aos funcionários públicos. Segundo: o crescimento desmedido do gasto público perverteu o critério de prioridade.

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O moderno e o arcaico – Luiz Otavio Cavalcanti

A era moderna na política brasileira terá sido inaugurada em 1994 com Fernando Henrique Cardoso?
E teve continuidade com Luís Inácio Lula da Silva em 2002?

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Conciliação, canção brasileira – Luiz Otavio Cavalcanti

Por que tem sido tão difícil promover reformas sociais e políticas no Brasil ?
A questão remonta a elementos do processo político que vêm do Segundo Reinado (1840/89).

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A Militante Presidente – Luiz Otávio Cavalcanti

A semana começou como pintura de Portinari. Ruas pintadas de verde e amarelo. Alegria cívica expressa nos rostos de milhões de brasileiros. Pedindo o impeachment da presidente da República.

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Semana Passada – Luiz Otávio Cavalcanti

Esta semana o cerco de ferro apertou um pouco mais o duque de Atibaia. Ou será o barão do Guarujá? Não importa o apelido

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Morangos – Luiz Otavio Cavalcanti

Avenida 17 de agosto. Três horas da tarde de uma terça feira de janeiro. Estou indo participar de banca examinadora. O sinal fecha. Eu paro o carro. Na calçada, um caixote com pacotinhos de morangos.

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