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Penso, logo duvido.

Austro-Costa, um Poeta do Recife – Paulo Gustavo

Vivo estivesse, o poeta Austro-Costa (1899-1953) teria completado 119 anos no dia 6 deste mês de maio. Tanto como poeta quanto como cidadão, pertence à primeira metade do século 20 no Recife. Malgrado a atemporalidade de muitos dos seus poemas…

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Em Torno de Certa Palavra – Paulo Gustavo

Atualmente, periódicos impressos ou digitais, assim como alguns títulos de livros, passaram a usar livremente velhos palavrões. Chegarão a ser ex-palavrões? Só o tempo dirá. Enfim, a língua nunca esteve tão solta…

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Os Inimigos do Livro – Paulo Gustavo

É provável que o “Dom Quixote” de Cervantes seja um dos primeiros livros a abordar o livro e o seu fascínio e, nesse contexto, o livro e seus inimigos. Quem não se lembra, no romance, como a sobrinha e o cura jogam fora vários dos seus mais queridos livros de cavalaria?

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Poesia Completa de um Poeta Completo – Paulo Gustavo

Chegou recentemente às livrarias um livro do qual todo pernambucano deveria se orgulhar. Refiro-me a “Alberto da Cunha Melo – Poesia Completa”, publicado pela Editora Record e organizado por Cláudia Cordeiro da Cunha Melo, crítica literária e viúva do poeta.

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Redes Sociais e suas fabulosas ciladas (Reflexões à margem do bem-estar) – Paulo Gustavo

A nossa recente Era Digital, assim como a própria web, sua filha, têm passado rasteiras fabulosas nos seus usuários. As redes sociais que o digam.

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Evocação de Sebastião Vila Nova – Paulo Gustavo

Sebastião Vila Nova, desde jovem e com a impaciência ardente dos sensíveis por natureza, recusou-se à linearidade dos acomodados e dos “intelectuários” — para usar uma expressão de Gilberto Freyre para aqueles que formam um híbrido de intelectual e de burocrata.

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Ninguém verá a morte do livro – Paulo Gustavo

Umberto Eco nos diz que os jornalistas ou a opinião pública possuem uma certa obsessão pelo fim do livro. É verdade. Até no libertário maio de 1968, escritores e estudantes se uniram para gritar: “Livros nunca mais” (ECO E CARRIÈRE, 2010).

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Mukasonga: a dor e a poesia de Ruanda – Paulo Gustavo

Não tenho, infelizmente, condições de avaliar até que ponto o incremento às relações internacionais Sul-Sul, proporcionadas pelos recentes governos brasileiros, influenciaram direta ou indiretamente na chegada de diversos autores africanos ao Brasil.

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As evocações de Otto Lara Resende – Paulo Gustavo

Acaba de sair, neste fim de 2017, um belo livro para quem deseja conhecer, sob novos ângulos, algumas das maiores personalidades do século 20 brasileiro. Num país pouco afeito à memória como o Brasil, o livro vem em boa hora e nos deixa frente a frente com personagens que fizeram história.

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A Alegria Dos Derrotados – Paulo Gustavo

O leitor brasileiro (aliás, como eu mesmo) pouco ou nada sabe da obra do filósofo e dramaturgo francês Fabrice Hadjadj. Isso pela simples razão de que ele, só há poucos anos, desembarcou editorialmente em nosso país.

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Vestígios de Ishiguro – Paulo Gustavo

Quer apreciemos ou não o mercurial processo de concessão do Prêmio Nobel (como de resto o de tantos outros prêmios), a láurea é um ícone de nosso tempo.

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Guimarães Rosa: Meio século de posterioridade – Paulo Gustavo

Não fosse o Brasil tão pouco afeito à Literatura — ou, dizendo de outro modo, fosse mais literariamente educado —, as celebrações a Guimarães Rosa nestes seus 50 anos de morte estariam pipocando e bombando nas instituições literárias e culturais do País.

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Cidade e Poesia – Paulo Gustavo

Em sua monumental obra “Literatura Europeia e Idade Média Latina”, o crítico alemão Ernst Robert Curtius assinala que “A teoria literária da tardia Antiguidade determinou minuciosamente os preceitos do panegírico de cidades…

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Encontros com Proust – Onívora pupila: reflexão e moralidade – Paulo Gustavo

Não é preciso qualquer leitura aprofundada de “Em busca do tempo perdido” para se saber que ela abriga um vasto repositório de reflexões.

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Encontros com Proust: O caráter mental da realidade – Paulo Gustavo

Qualquer leitor mais atento da “Busca” tem a vívida sensação de que sempre há muito por decifrar, pois o real da narrativa sempre propõe, senão exatamente enigmas, novas e curiosas surpresas.

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Encontros com Proust: Proust e a Medicina – Paulo Gustavo

O médico, na visão proustiana, está como que condenado a chegar atrasado na corrida em que a dor e o sofrimento são, por conta da própria biologia humana, competentes atletas.

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Encontros com Proust- Entre o mito da infância e a surpresa da velhice – Paulo Gustavo

Alguns críticos consideraram “Em busca do tempo perdido” como um “romance de formação”. Não deixa de sê-lo, uma vez que acompanhamos o herói desde a infância ao limiar da velhice.

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Encontros com Proust: o caleidoscópio do desejo – Paulo Gustavo

“Em busca do tempo perdido” é uma obra que assume, por assim dizer, a potência e o desespero do desejo. A meu ver, mais que a sexualidade em si mesma, o que está presente como um dos grandes…

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Encontros com Marcel Proust: Amor e ciúme, fios da mesma lâmina – Paulo Gustavo

Em seu livro “Proust, os horrores do amor” (não traduzido no Brasil), o filósofo Nicolas Grimaldi nos lembra que na “Busca” o amor é sempre “evocado como uma patologia”.

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Encontros com Marcel Proust: Estilo e Precisão – Paulo Gustavo

Sobre Proust corre a fama — não sem razão — de ser um autor de longos períodos e extensas frases. Frases à tiroir, frases que se engavetam umas nas outras, também chamadas de frases-centopeia.

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Encontros com Proust: muito além da memória – Paulo Gustavo

Como costuma ocorrer com diversos grandes autores, também com Proust acontecem inúmeras simplificações. O gosto popular (no sentido mais amplo desse adjetivo) opera por redução como se fascinado por pontas de iceberg.

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Encontros com Proust – Segundo Encontro: “Um Nilo da linguagem” – Paulo Gustavo

Muita gente supõe que a obra Em busca do tempo perdido é um conjunto de sete romances. Nada mais equivocado. A Busca é um único e grande romance, dividido em sete volumes.

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Encontros com Marcel Proust I – Paulo Gustavo

Durante muito tempo, não li Proust. Sinto não ter tido um mestre que tivesse me dito: “Leia Proust”. Mas esse mestre curiosamente apareceu na figura de um jovem e amadurecido estudante de Letras, hoje autor de um belo livro de contos, Pedro Moura…

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