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Penso, logo duvido.

Psicanálise: ciência ou mito? – João Rego

Nada nos salva da morte. Enquanto vivemos, sem que nossa consciência tenha acesso a este inevitável destino, somos impelidos a…

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Hamlet, psicanálise e a tentativa de captura do sujeito pela ciência – João Rego

É muito comum aparecer em revistas (especializadas ou não) entrevistas com neurocientistas e outras espécimes nos comunicando um novo…

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O Sujeito, o Desejo e a Política. – João Rego

João Rego O conceito de sujeito, para a psicanálise, é o do sujeito constituído por uma falta que o funda como ser desejante. Essa é uma operação que ocorre em nossa alma e que tem sua origem no momento em que, como criança, viemos ao mundo. A princípio temos uma relação fusional com a mãe, ou seja, não somos constituídos ainda como sujeito. Nos confundimos e nos nutrimos desta fonte de vida original, que é o corpo da mãe. Com a interferência da figura paterna dá-se a interdição, que nos castra da mãe. A partir daí, seguimos a vida condenados a buscar, de forma incessante e sem êxito, o preenchimento desta falta. É movido por esta falta que nos constituímos como sujeito, sentimos os limites do nosso corpo, criamos, amamos, e sofremos. Sem ela cessaria o desejo, o que...

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